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Brasil

Morador de rua morre após ser agredido em SP

3 Set 2004 - 08h28
Mais um morador de rua morreu em São Paulo após ser agredido na cabeça. O corpo foi encontrado no final da tarde desta quinta-feira na rua Teixeira Leite, região central da cidade.

O DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) investigará o crime. A polícia afirma que ainda não é possível estabelecer relação entre entre o caso e as mortes de outros seis moradores de rua, ocorridas no mês passado.

A polícia confirma que o homem morto nesta quinta-feira também era morador de rua. No entanto, a vítima não tinha documentos que permitissem a identificação. O corpo estava perto de um albergue. Um pedaço de madeira, com marcas de sangue, foi encontrado nas proximidades.

Mortes

Uma série de ataques contra moradores de rua foi registrada na cidade entre os dias 19 e 22 de agosto. Seis morreram. Outros dez moradores de rua foram internados.

A Polícia Civil ouviu um suspeito na noite desta quinta-feira. O rapaz foi liberado por volta das 23h, após o depoimento, segundo a assessoria de imprensa do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).

O DHPP já havia investigado outros dois suspeitos pelos ataques. No entanto, nada foi provado contra eles.

Guarda Civil

Na segunda-feira (30), o delegado-geral-adjunto da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Carlos dos Santos, afirmou que "há indícios sobre a participação da GCM", de responsabilidade da prefeitura, nos ataques.

A PF (Polícia Federal) auxiliará os trabalhos de investigação da polícia de São Paulo. O pedido foi feito na segunda-feira pelo secretário municipal da Segurança Urbana, Benedito Mariano, ao ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos.

A Justiça de São Paulo determinou na quarta-feira que as empresas de telefonia móvel repassem à Polícia Civil informações armazenadas nas subestações que atendem o centro da capital, como parte das investigações sobre os ataques aos moradores de rua.

Os dados incluem números de celulares --origem e destino de chamadas--, além do horário e o tempo de duração. Com o rastreamento, a polícia espera chegar aos responsáveis pelas agressões.
 
Folha Online
 

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