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PESQUISA IPEMS

Moka passa Dagoberto na disputa por vaga ao Senado

19 Ago 2010 - 14h01Por Fátima News com Assessoria
Pesquisa do Instituto IPEMS, fechada no dia 17 de agosto e registrada na Justiça Eleitoral, mostra que na disputa pela segunda vaga ao Senado, o deputado federal Waldemir Moka (PMDB) continua crescendo e já passou o concorrente Dagoberto Nogueira (PDT).
 
Os números do IPEMS para o Senado confirmam que Delcidio do Amaral (PT) tem 60,94% das intenções de voto, Moka vem em segundo lugar com 34,26%, Dagoberto Nogueira tem 32,40%, Murilo Zauith (DEM) aparece com 19,27% e Jorge Batista (PSOL) tem 2,20%. A pesquisa foi divulgada nesta quinta-feira pelo programa Tribuna Livre da Rádio Capital FM e pelo site de notícias Campo Grande News.
 
O levantamento do IPEMS assinala que 23,93% não sabem/não responderam, 17,60% não responderam ao primeiro voto. Um total de 9,40% dos eleitores disseram que vão anular o voto.
 
Em relação à pesquisa anterior do IPEMS, realizada entre os dias 26 de julho e 2 de agosto, o senador Delcídio manteve a posição, oscilando de 60,73% para 60,94%; Dagoberto oscilou de 32,47% para 32,40%; Moka cresceu de 31,73% para 34,26%, mantendo a tendência de avanço mostrada por outros institutos.
 
Em relação à distribuição de votos entre Capital e interior, verifica-se a liderança de Delcídio em todo o Estado e a briga entre Dagoberto e Moka travada em frentes diferentes. No interior, onde estão dois terços do eleitorado, Moka já passa Dagoberto por uma diferença de 8,47 pontos percentuais, com um resultado de 35,63% contra 27,16, respectivamente.
 
Na Capital, a situação se inverte: Dagoberto lidera com 43,03% das intenções de voto contra 31,52% de Moka, uma vantagem de 11,51 pontos percentuais a favor do candidato do PDT.
 
A pesquisa do IPEMS foi registrada no TRE/MS sob número 29.803/2010, foi realizada no período de 11 a 17 de agosto de 2010, em 40 municípios com um total de 1.500 entrevistas. A margem de erro é de 2,53%, com um intervalo de confiança de 95%.
 
Ipems comenta
 
Questionado sobre a diferença dos números para o Senado com relação a outro Instituto local, o economista Lauredi Sandim, diretor do IPEMS, observou que o concorrente anda bem na avaliação dos números para o governo, mostrando a liderança de André Puccinelli.
 
Entretanto, vê o que chama de “equívoco” nos números para o Senado, principalmente porque aparecem “turbulências surpreendentes no caminho de alguns candidatos”, que não guardam nenhuma lógica com a realidade da campanha.
 
“Nós temos segurança de nossos números, até porque esta é a segunda pesquisa devidamente registrada na Justiça Eleitoral”. Além do mais, observa, o IPEMS realiza, em média, duas ou mais rodadas de pesquisa por mês no Estado.
 
Sandim lembra que a pesquisa é uma foto do momento da eleição e conclui observando “as nossas imagens, tenho certeza, não estão fora de foco”.

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