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Ministério adia pela 5ª vez inauguração de presídio federal

4 Jul 2006 - 16h41

O Ministério da Justiça adiou pela quinta vez a entrega do Presídio Federal de Campo Grande, localizado na saída para Sidrolândia, no macro-anel rodoviário. Mesmo com a estrutura praticamente pronta, o estabelecimento penal, que estava previsto para ser inaugurado no próximo mês, agora será liberado somente em setembro, ou seja, três meses após a inauguração da unidade prisional federal de Catanduvas (PR), ocorrida no mês passado e que estava prevista para começar a funcionar somente após a construção do presídio da Capital.

Segundo a assessoria de imprensa do Ministério da Justiça, dessa vez o atraso na inauguração do presídio é em virtude da capacitação dos 200 agentes penitenciários que vão atuar na unidade prisional. Eles iniciaram o curso há poucos dias e devem ficar pelo menos dois meses passando por qualificação. Em visita à Capital no dia 1º de junho, o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, confirmou que o presídio seria entregue em agosto.

A inauguração do presídio estava prevista para setembro do ano passado, mas um problema no contrato com a empresa responsável pela construção fez as obras atrasarem e o funcionamento do local ficou marcado para começar em outubro de 2005. Novamente atrasos nas obras, dessa vez por conta das chuvas, obrigaram o Ministério da Justiça a marcar para junho deste ano a entrega.

No entanto, atraso no acabamento do prédio fiz a inauguração ser remarcada para entre julho e agosto deste ano. Agora o presídio estará operando somente em setembro, entretanto a assessoria do órgão não informou o dia do mês.

Mesmo que seja inaugurado nos próximos dois meses, o estabelecimento penal, planejado para abrigar presos de alta periculosidade, pode não operar devido a uma decisão do TRF (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região, que condiciona o funcionamento do local à construção do aterro sanitário, cuja licitação foi cancelada pela Prefeitura. A inauguração do presídio federal da Capital e o da unidade prisional de Dois Irmãos do Buriti podem ajudar a solucionar o problema da superlotação nos presídios de segurança máxima de Mato Grosso do Sul e, conseqüentemente, evitar novas rebeliões como as ocorridas nos dias 14 e 15 de maio.

Reginaldo Coelho

Assim como os outros dois presídios federais do País, o da Capital vai abrigar 200 presos em celas individuais e foi construído a prova de fuga, isolado de qualquer sistema de comunicação por celular. Meio pelo qual teriam sido planejadas as rebeliões do mês de maio, comandadas pela facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) nos presídios de Campo Grande, Três Lagoas, Dourados e Corumbá.

 

 

Mídia Max

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