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Brasil

Menino de 12 anos estupra sobrinho de 3, em Aral Moreira

26 Jan 2010 - 14h10Por Caarapó News

Um indígena de 12 anos foi apreendido por abusar sexualmente do próprio sobrinho indígena de apenas de 3 anos de idade, na Aldeia Guassuti, na cidade de Aral Moreira, a 402 quilômetros de Campo Grande. O crime aconteceu na manhã desta segunda-feira (26). A mãe da vítima chegou no momento em que o adolescente cometia o ato sexual.

O crime aconteceu na manhã desta segunda-feira, por volta de 11h. A mãe da vítima M.L., de 20 anos deixou o irmão – o adolescente de 12 anos - , cuidando do filho, porque iria até a cidade de Amambai acompanhada do marido e outros dois filhos. O casal foi até uma estrada para pegar carona, por volta das 8h.

No entanto, o casal e as crianças não conseguiram carona e resolveram voltar para casa, por volta de 10h30.

Ao chegar na residência, a mãe do indígena ouviu o filho chorando muito e viu o tio da criança, em cima da vítima, que saiu rapidamente após o flagrante. A mãe percebeu sangue na cama e a criança apontou para o tio dizendo que havia feito “dodói”.

A mãe da vítima levou o filho até o posto da aldeia para atendimento por perceber que o menino apresentava sangramento na região anal. Em seguida, acionaram a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) de Amambai, que se dirigiu até o local.

O indígena de três anos foi levado para o Hospital Municipal de Aral Moreira para atendimento, onde foi solicitada a presença da Polícia Civil.

De acordo com informações colhidas pela reportagem do Portal MS Record junto com a Polícia Civil de Aral Moreira, a criança foi submetida a exame de corpo de delito em que ficou comprovada o estupro. O autor confessou o abuso à polícia e disse que fez isso porque a criança "estava chorando muito e fez para acalmar".

O adolescente indígena está apreendido na delegacia de Polícia Civil de Aral Moreira, e será encaminhado ainda hoje para a Delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã, onde será recambiado para a Unidade Educacional de Internação (Unei).

O menino foi indiciado por estupro de vulnerável (quando o autor pratica conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos). De acordo com a Justiça brasileira, a pena para quem comete esse crime varia de 8 a 15 anos de prisão.

Disque 100

Criado para receber denúncias de exploração sexual contra crianças e adolescentes, o disque-denúncia acaba recebendo também denúncias de outros tipos de violência e até de crianças desaparecidas. As denúncias são encaminhadas aos órgãos competentes em até 24 horas. O serviço funciona das 8h às 22h, inclusive finais de semana e feriados. Como o próprio nome já diz, para fazer a denúncia basta discar o número 100 no seu telefone. A chamada é gratuita

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