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SAÚDE

Médicos alertam para riscos do calor e sol quente

5 Fev 2010 - 08h24Por G1

O calor, que faz a alegria dos banhistas nos meses de verão, pode se tornar um vilão. O sol quente aliado às altas temperaturas registradas em boa parte do país levam muitas pessoas à procurarem as filas dos hospitais para tratar os males causadas pelo calor excessivo. Casos típicos do verão, como insolação, queda de pressão e queimaduras provocadas pelos raios solares.
No levantamento feito pela Coordenadoria de Assistência a Gestão Hospitalar da rede de hospitais federais do Rio, depois da insolação os problemas de pressão são os que apresentam o segundo maior índice, representando um aumento de 20% no atendimento.

De acordo com os médicos, idosos e crianças são os grupos que mais sofrem com o calor. A diretora clínica do Hospital Pasteur, Mônica Giesta também alerta para o aumento de casos de gastroenterite e desidratação durante o verão.

“No verão, os alimentos ficam mais perecíveis, e por isso precisam ficar melhor acondicionados. Nesta época é comum aumentar os casos de pessoas que contraem doenças relacionadas a comidas estragadas. Outro grande problema no verão é a desidratação, já que muitas pessoas não ingerem a quantidade de líquido necessária para suportar o calor”, explicou Mônica.

A médica contabilizou no hospital em que trabalha quase 300 atendimentos, apenas na segunda quinzena de janeiro, de pessoas acometidas pelo rotavírus. Segundo Mônica Giesta, o vírus também é característico do verão e pode ser transmitido pela ingestão de alimentos estragados e também por contágio direto.

“É importante lavar bem as mãos e os alimentos porque esses são os principais caminhos de contágio do rotavírus”, afirmou a médica.

Mônica explica ainda, que caso seja descoberta a presença do rotavírus, é aconselhável procurar um especialista e manter uma dieta equilibrada com alimentos leves e com a ingestão de sucos e água.

Estudos da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) indicam que o índice de raios ultravioletas no Rio é um dos mais altos do país. Os raios UV alcançaram 10 pontos na escala de risco, o que significa segundo a SBD, ser necessário usar proteção máxima contra os raios. Os dermatologistas recomendam à população evitar sair de casa nas horas próximas ao meio-dia e aconselham o uso de filtro solar, chapéu e camiseta.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que os cânceres mais comuns em todas as regiões do Brasil serão o de pele não melanoma. .De acordo com o Inca, os casos de câncer de pele não melanoma são os mais incidentes e somam aproximadamente 114 mil casos novos, o que corresponde a 23% do total de casos de câncer estimados para o ano de 2010.

Segundo o Inca, 10% desses novos casos previstos para este ano, poderiam ser prevenidos com a adoção de medidas de proteção à radiação solar, evitando o aparecimento de 49 mil casos.

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