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Brasil

Marçal Filho e secretário discutem implantação do PAI

24 Mar 2010 - 10h00Por Dourados Agora

Após viabilizar junto ao Ministério da Saúde os recursos federais necessários para a obra física e compra de equipamentos, o deputado federal Marçal Filho (PMDB/MS) deu mais um passo para dar “vida” ao que já indicou ser uma de suas prioridades neste novo mandato: a implantação, em Dourados, de uma instituição clínica pública voltada exclusivamente para o atendimento de pacientes infantis. Na segunda feira, acompanhado da vereadora Délia Razuk (PMDB), que junto com ele “assina” a idéia Marçal apresentou ao secretário Municipal de Saúde, Mário Eduardo Rocha, o projeto arquitetônico inicial da obra, denominada Pronto Atendimento Infantil (PAI). Da reunião participaram também técnicos e assessores tanto da Secretaria de Saúde como da Secretaria de Planejamento. Um dos locais cogitados para o empreendimento público é a antiga sede do Posto de Saúde Tipo A, na área central da cidade. Essa escolha dependerá do Governo do Estado e da prefeitura, já que o prédio é do estado e estava sob administração do município.A iniciativa já foi implantada há mais de 10 anos, com sucesso, em Londrina(PR) e recentemente foi implantada também em Três Lagoas , sob a denominação de Clínica Infantil. Em Dourados ela já tem até um slogan: “Toda criança merece um PAI”.

          Segundo Marçal Filho a idéia é criar uma unidade de saúde com uma equipe  multi-profissional, composta de pediatras e outros especialistas em atendimento infantil.O diferencial, ressaltou Marçal Filho, será o ambiente de atendimento. “Não terá o perfil de hospital e sim uma estrutura física planejada para ser um espaço condizente com essa faixa etária, com atividades lúdicas coordenadas por profissionais da área, além de salas de vídeo e cursos educativos”, explicou o deputado ao secretário e técnicos da prefeitura, lembrando que estudos de entidades ligadas à saúde mostram que atender crianças em um ambiente mais aprazível e exclusivamente voltado a elas, com salas de triagem e de espera específicas, produz efeitos significativos na redução do número de crianças encaminhadas para internação no serviço de pediatria, do tempo de espera e faz aumentar a satisfação dos pacientes, além de diminuir a angustia dos pais ou responsáveis. Outra vantagem adicional é que as crianças serão atendidas por especialistas em pediatria e encaminhadas ao hospital apenas em caso de necessidade, ou seja, o Pronto Atendimento Infantil vai impedir que pacientes sejam encaminhados para internação sem necessidade, além de evitar o contato com adultos doentes, o que em muitos casos serve de agravante, podendo uma enfermidade simples se tornar uma doença, como acontece hoje nos corredores dos postos de saúde e do Hospital da vida, os únicos que atendem as crianças.

          As conversações para superar os entraves burocráticos e financeiros e tornar realidade essa ambiciosa implantação do que deve ser um centro de referência de pediatria para a cidade e para os municípios da região foram iniciadas por Marçal Filho através de reunião com a diretora do Departamento de Avaliação, Regulação e Controle, Cleusa da Silveira Bernardo, e com Esaú pontes, coordenador de planejamento e orçamento da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde. Outro passo importante foi dado em audiências realizadas, no gabinete do deputado em Brasília, com o prefeito Ari Artuzi, que reiteradas vezes se dispôs a ceder a área para a implantação do PAI.

 

Délia Razuk   

 

    Marçal Filho finalizou afirmando que tomou a iniciativa de “correr atrás” da implantação do PAI após conversa  com a vereadora Délia Razuk, na qual observou a mesma preocupação com  o formato atual de atendimento às crianças de 0 a 12 anos. “Nos contatos diretos que temos com a população e nas reclamações que recebemos na rádio o setor de saúde é de longe o mais lembrado, sobretudo em relação às crianças, com pais aflitos por falta de atendimentos corriqueiros e em local adequado”, observou Marçal. “Como todas as ações em saúde dependem de recursos federais, fizemos a nossa parte, alocando R$ 2 milhões para sua implantação”, frisou o parlamentar. Os técnicos da Secretaria de Saúde e da Secretaria de Planejamento se encarregaram de analisar o projeto do PAI e promover as adequações necessárias para sua implantação. Os recursos já foram disponibilizados pelo Ministério da saúde.

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