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Lixo continua a poluir bairro de Dourados

1 Mar 2010 - 08h19Por Dourados Agora
A situação é sempre a mesma. O cenário do corredor público próximo ao Portalzinho, no final da Rua Guarapuava, é de um lixão a céu aberto há quase cinco anos. Moradores reclamam do problema, a prefeitura limpa e lixo volta  a ser despejado no local.
Ontem à tarde, a reportagem esteve lá e flagrou um homem num veículo utilitário despejando bagaço de cana, típico material de trabalhadores de garaparia. Ele não se intimidou com os flashes da câmera e até resmungou porque o veículo caracterizado do jornal estava em seu caminho.
O Portalzinho é uma das áreas privilegiadas de Dourados, ao lado do Portal, onde vivem famílias de classe média e alta. Moradores das imediações disseram que o “vandalismo” acontece principalmente no final da tarde. São ações que  ocorrem em poucos minutos. “Muitos chegam em caminhões caçambas, outros em caminhonetas”, disse um morador que não quis se identificar. Ele relata que chegou a procurar o dono da empresa que descartou entulhos, mas acabou se desentendendo com o responsável pela “sujeira”.
São mais de 200 metros de lixão a céu aberto em uma das laterais do corredor público. A maioria é galho e resto de construção, mas também é possível encontrar aparelhos de TV quebrados, carcaças de computadores, entre materiais de escritório e o lixo orgânico.
No local, também estão documentações de uma clínica de fisioterapia particular com sede no centro de Dourados. São notas fiscais, contratos de clientes, holerites de funcionários e até livro de movimento de caixa, datados dos anos de 1993 a 1996. Livros e cartilhas de fisioterapia também estão no lixo.
ECOPONTO

Depois de reivindicações da população, a Prefeitura instalou o primeiro Ecoponto na cidade. A proposta da Secretaria de Serviços Urbanos é que até o final do ano quatro deles estejam funcionando. O primeiro, instalado nas proximidades do Parque Rego D’Água, já recebe entulhos, galhos de árvores e móveis, desde que estejam desmontados, conforme disse o secretário Marcelo Hall.
Ele afirma que o Ecoponto também vai receber lixo doméstico, pneus e eletro-eletrônicos. “Nesse último caso vamos separar para encaminhar a reciclagem. Se a população for despejar materiais lá, não podemos negar de receber”, disse o secretário.
Entretanto ele menciona que veículos grandes, como caminhões, não poderão despejar cargas grandes. Somente utilitários e caminhonetes, bem como os carroceiros podem despejar os materiais. Os outros três Ecopontos, segundo Marcelo Hall, estão previstos para serem instalados em pontos extremos da cidade. A hipótese é que possam ser criados na Vila Índio, Parque Alvorada e Parque das Nações I.

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