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Ligas esportivas declaram guerra ao site de vídeos YouTube

27 Dez 2006 - 01h32
Algumas das principais ligas esportivas dos Estados Unidos e da Europa abriram guerra ao YouTube e aos demais sites de compartilhamento de vídeos. O inimigo mais declarado é Mark Cuban, dono do Dallas, finalista da última Liga Norte-americana de Basquete (NBA). Para ele, somente um "idiota" investiria em um site como o YouTube, de acordo com reportagem publicada nesta segunda-feira pelo jornal Folha de S.Paulo - em outubro, o YouTube foi vendido para o Google por US$ 1,6 bilhão.

Cuban é um dos fundadores da HDNet, uma rede de televisão de alta definição. Para ele, o site de compartilhamento de vídeos seria "processado até a extinção" por permitir a exibição, sem direitos autorais, de trechos de jogos. "O YouTube é apenas uma companhia que está violando a lei", declarou a um grupo de investidores em Nova York, nos Estados Unidos. A NBA ainda não tomou medidas legais contra o YouTube, mas já teria solicitado a retirada das imagens - pedido não levado a sério, de acordo com a Folha.

  • Além da NBA, as ligas de futebol americano (NFL), de basebol (MLB) e de alguns dos principais campeonatos de futebol da Europa estudam como proteger os seus direitos autorais, assim como lucrar com a livre veiculação das imagens. "Elas têm o direito de decidir se querem ter parceiros como YouTube e Google ou se gostariam de distribuir os vídeos em seus próprios sites ou nos dos clubes", explicou Christopher Stokes, diretor-executivo da NetResult, especializada em proteção ao direito autoral online.

    Pelo menos mil filmes de clientes da empresa de Christopher Stokes estão disponíveis no YouTube, sem autorização. De acordo com a reportagem, a liga inglesa de futebol também já requeriu a retidada dos vídeos - ainda sem ser atendida pelo YouTube. E a federação alemã não descarta tomar medidas judiciais. A liga norte-americana de hóquei (NHL), por sua vez, fechou um acordo com o site para liberar os seus vídeos, sem divulgar detalhes do acerto.

    Logo depois de ser comprado pelo Google, o YouTube anunciou acordos com diversas gravadoras - Warner Music, Universal e Sony BMG - e canais de televisão - CBS e NBC.

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    Terra Redação

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