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Leia o artigo "Nem tudo está perdido", Elizio Brites

19 Abr 2011 - 18h10Por Elizio Brites

Nem tudo está perdido

Por Elizio Brites

Nem tudo está perdido, existem exemplos que poderiam ser seguidos pelos nossos parlamentares, por uma questão de coerência com  gastos do dinheiro público que pertence a todos os brasileiros.

Refiro-me ao Deputado Federal José Antônio Reguffe, que abre mão de verbas parlamentares e com isso gera uma economia de 2,3 milhões de reais com cortes de despesas supérfluas, sem diminuir seu próprio salário.

Se tal exemplo fosse seguido por todos os 512 deputados seriam economizados 1,2 bilhões de reais e se incluirmos os senadores a economia seria suficiente para zerar o déficit na saúde pública e na habitação, que é uma obrigação do Estado para com seus cidadãos, além de enxugar a máquina pública e com isso diminuir o risco da inflação.

Importante dizer que com isso seriam reduzidos consideravelmente também outros milhões de reais com despesas diretas e indiretas com água, energia elétrica, papéis, cafezinhos, veículos oficiais, motoristas, planos de saúdes, leis e encargos sociais, ao mesmo tempo desonerando a previdência social que o governo tanto reclama que vive no vermelho.

O exemplo desse deputado foi criticado por colegas parlamentares que só pensam nos eleitores em época de eleições e, no país propriamente dito nunca pensam, até parecem que têm raiva do país e dos brasileiros pela farra que fazem com dinheiro dos contribuintes.

O referido deputado diz que mesmo abrindo mão das chamadas verbas indenizatórias, ele consegue fazer um bom trabalho parlamentar, mantendo assessores de qualidade em seu gabinete e assim prestar um bom serviço cumprindo sua obrigação para com a sociedade e com o país.

Como vêem caros leitores, se em nosso país muitas coisas não vão bem, não é apenas porque temos políticos despreparados e incompetentes, mas principalmente porque erramos na hora de votar e deixamos de cobrar dos eleitos. Erramos mais ainda quando reelegemos esses maus brasileiros que estão na política, não para trabalharem pelo bem comum de todos, mas sim para beneficiarem a si próprios e a seus familiares com o dinheiro público.

Quero dedicar este artigo ao meu amigo Eusébio Lopes, popular “Palomita”, que no dia primeiro de maio estará sendo homenageado pelo 30º ano consecutivo por amigos esportistas e inúmeras autoridades que prestigiam o  evento que já entrou para o calendário cultural da cidade.

Empresário e Bel. Em Direito.

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