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Laboratório de DNA do Estado entrega mais de 300 exames

1 Dez 2004 - 13h24
Em pleno funcionamento desde maio deste ano, o laboratório de DNA da Coordenadoria de Perícias, órgão vinculado à secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), já entregou mais de 300 exames de DNA.

Desde a implantação do laboratório, o governo de Mato Grosso do Sul está capacitado para realizar análise de seqüenciamento do DNA, atendendo principalmente aos processos de investigação de paternidade em que são partes pessoas carentes, necessitadas do exame para maior certeza na solução dos litígios. Além do atendimento a esse segmento social, a coordenadoria também se capacitou para utilizar o exame de DNA em apoio às perícias criminais, notadamente em ocorrências de estupros e homicídios.

Do total de exames realizados, 22 são ligados à área criminal (estupro e paternidade fruto de estupro) e o restante na área civil (teste de paternidade). A chefe do laboratório de DNA, a farmacêutica e bioquímica Ceres Ione Macksoud, já agendou 700 novos exames para fevereiro. “Com a convocação das pessoas para coleta de material no início do ano, a espera na fila praticamente acabou.”

Os exames, depois de concluídos, são encaminhados diretamente ao juiz e demoram cerca de um mês para ficar prontos. “É possível fazer até 13 exames por mês, levando em conta a utilização de três capilares por caso (três materiais genéticos)”, explicou.

Em um laboratório particular os exames custam cerca de R$ 400,00. O Estado, contando com a estrutura, atende casos encaminhados pelo poder Judiciário, gratuitamente.

Antigamente, o juiz encaminhava o ofício à Coordenadoria de Perícias para realização do exame, e as pessoas não sabiam quando seria agendada a coleta. Hoje, a Coordenadoria de Perícias, ao receber o ofício do juiz, já agenda a coleta para a data mais breve possível. “A maior preocupação da população é saber quando será chamada”, disse a chefe do laboratório.

Ao ser perguntada sobre a importância do laboratório para resolver os casos criminais, Ceres citou o caso de um rapaz do município de Três Lagoas, que estava sendo acusado de estupro. A delegada local recolheu o lençol e foi comparado com o material espermático do rapaz. “Os exames comprovaram que o rapaz era inocente”, finalizou.

Para maiores informações entrar em contato com Ceres Ione Macksoud nos telefones (67) 356738 ou 9263-0373.
 
 
APn

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