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Brasil

Justiça manda prender sete policiais militares em Ponta Porã

24 Jul 2004 - 10h07
 

Um mandado de prisão expedido pela Justiça Estadual resultou na manhã de ontem na detenção de sete integrantes do 4º Batalhão de Polícia Militar de Ponta Porã. Eles foram detidos e levados para a sede da corporação, de onde seguiram para Campo Grande para serem recolhidos ao presídio militar, sendo que os nomes não foram confirmados pelo comando da corporação na fronteira.

De acordo com as informações, os policiais detidos também estariam envolvidos no caso em que figura o ex-comandante do 4º BPM, tenente-coronel Gibson de Jesus Maroni Cabral, recolhido juntamente com outros três PMs, todos membros da corporação na fronteira, acusados de participar de um homicídio na cidade de Jardim. O major Enir Soares de Souza Júnior, que assumiu o comando com a prisão de Gibson Maroni, em contato com a reportagem ontem à tarde, apenas confirmou as prisões.

"A Justiça determinou a prisão dos policiais militares e a ordem foi cumprida. Na segunda-feira estaremos divulgando nota para dar maiores detalhes sobre os casos", afirmou o major. O tenente-coronel Gibson de Jesus Maroni Cabral é acusado de mandar assassinar no ano passado, o corretor de imóveis Altair Cavalheiro Flores Neto, 26 anos, crime ocorrido no dia 21 de dezembro de 2003.

Conforme investigações realizadas pela Polícia Civil de Jardim, um dia antes do assassinato o filho do tenente-coronel, Bruno Maroni, brigou com a vítima em uma lanchonete no centro da cidade. Insatisfeito com a situação, Bruno contou o fato para o pai, então comandante do 4oBPM, que teria ordenado, conforme revelaram as investigações desenvolvidas durante vários meses, a execução do corretor.

Além de Gibson de Jesus Maroni Cabral, também foram presos o cabo PM Vilson Brandão e os soldados PM´s Celso Romeiro e Francisco Martins. De acordo com as informações extra-oficiais, os sete policiais presos ontem estariam sendo acusados de envolvimento em outros crimes. Alguns dos policiais militares presos têm mais de 15 anos de serviços prestados à corporação.

Dourados Agora

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