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Juíza nega liberdade a ex-vereadores em Dourados

11 Mai 2011 - 11h41Por Campo Grande News

A juíza Dileta Terezinha Tomaz, da 1ª Vara Criminal de Dourados, negou nesta semana o pedido de relaxamento de prisão dos ex-vereadores Sidlei Alves e Humberto Teixeira Júnior e do ex-assessor parlamentar Rodrigo Terra.

Sidlei Alves e Humberto Teixeira Júnior pediram a revogação da prisão preventiva, alegando ter residência fixa, família constituída e trabalho lícito, conforme o site Dourados Agora.

Eles alegavam ainda que as denúncias contra eles eram sob fatos anteriores à renúncia do cargo de presidente da Câmara Municipal, no caso de Sidlei, e ao afastamento do cargo de vereador, no caso de Humberto Teixeira Júnior.

Rodrigo Terra alegou que não haveria necessidade da prisão preventiva, tendo em vista que todas as provas foram produzidas, as testemunhas ouvidas e os indiciados interrogados.

Além disso, as buscas foram realizadas com a apreensão de documentos e objetos e os acordos de delação premiada foram homologados.

As alegações não convenceram o promotor de Justiça Amilcar Araújo Carneiro Júnior, que pediu o indeferimento dos pedidos.

Para o MPE, segundo o site Dourados Agora, ainda há provas a serem produzidas e pessoas a serem ouvidas.

No caso de Sidlei Alves, apesar de ter renunciado ao cargo de vereador, a promotoria acredita que ele ainda tem influência na Câmara, o que poderia facilitar o acesso a documentos e destruição de provas.

Em sua decisão, a juíza Dileta Terezinha afirmou que a manutenção da prisão preventiva é necessária para a garantia da ordem pública, levando em consideração a gravidade dos crimes.

"Não há como negar o nítido e flagrante clamor público pela conduta do acusado e seus comparsas, causando enormes prejuízos aos órgãos públicos que poderiam estar melhor aparelhados e funcionando eficientemente, não fosse o desvio de dinheiro público, que tem causando tanta intranquilidade e desordem social, de modo que, há evidente a patente lesão a ordem pública", afirma a magistrada.

Os três foram presos na Operação Câmara Secreta, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) - composto por membros do Ministério Público Estadual e pelas Polícias Civil e Militar.

Eles são acusados de contrair empréstimos em nome de servidores da Câmara Municipal por meio de falsificação de documentos.

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