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Brasil

Juiz nega liberdade e manda envolvido em morte de vereador a júri popular

11 Abr 2011 - 11h13Por Campo Grande News

Envolvido na morte do vereador de Alcinópolis, Carlos Antônio Costa Carneiro, o acusado Aparecido Souza Fernandes, de 35 anos, vai a júri popular no próximo dia 6 de maio.

Ele foi preso em flagrante no dia do crime, ocorrido em 26 de outubro do ano passado, próximo ao Hotel Vale Verde, em Campo Grande. Aparecido conduzia a moto Yamaha (placa HSN-2741) que levou Ireneu Maciel, autor dos disparos que matou o vereador, até ao local.

O MPE (Ministério Público Estadual) alegou ausência de indícios de que Aparecido tinha conhecimento do crime. Já a assistência da acusação sustentou que ele “transportou livre e conscientemente o executor do crime na motocicleta até o local do crime e auxiliou-o na fuga”.

Em seu depoimento, Irineu relata que ligou para Aparecido e ofereceu R$ 10 para que ele fizesse uma “corrida” até a rua Brilhante. Aparecido teria apanhado Irineu por volta das 10h30, no bairro Serra Azul.

Entretanto, testemunhas relataram ter visto Aparecido próximo ao local por volta das 8h. O juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri, Aluízio Pereira dos Santos, determinou que Aparecido vá a júri popular.

Conforme a sentença de pronúncia, “o acusado Aparecido de Souza Fernandes concorreu para a prática do homicídio, na medida em que transportou terceira pessoa na garupa da motocicleta até o local dos fatos para que referida terceira pessoa matasse a vítima e depois a auxiliou na fuga”.

O magistrado também negou pedido de liberdade e a devolução da motocicleta, apreendida no dia do crime.

Além de Aparecidos, Irineu Maciel e Valdemir Vansan respondem judicialmente pelo assassinato do vereador. Para acelerar a tramitação, o magistrado desmembrou o processo em dois, sendo um somente contra Aparecido. A defesa ainda pode recorrer.

Dentro dos próximos dias, o magistrado decidirá se os demais acusados vão a julgamento. Conforme a denúncia, Valdemir contratou o cunhado Irineu para matar o vereador. O preço do crime foi R$ 20 mil. Valdemir nega o crime. À justiça, Irineu disse que matou porque foi humilhado pelo vereador.

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