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Instituição mineira quer tirar 30 pontos do Papão no STJD

13 Dez 2004 - 13h13
Além do novo julgamento do São Caetano, pelo caso da morte do zagueiro Serginho, na próxima quinta-feira, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) deverá ser movimentado por uma novidade que promete mexer com os times que brigam para permanecer na Série A do Campeonato Brasileiro.

O Instituto Mineiro de Direito Desportivo (IMDD) - conglomerado de advogados que trabalha com o direito desportivo -, irá protocolar denúncia, nesta segunda-feira, contra o Paysandu. A instituição garante que a situação do armador da equipe, Adrianinho, está irregular.

Conforme o instituto, o jogador está atuando de forma a contrariar o artigo 10 do Capítulo III do regulamento do Brasileirão. O artigo determina que 'qualquer atleta poderá trocar de clube ao longo do campeonato, desde que tenha atuado por um número máximo de seis partidas pelo seu clube de origem, respeitados os prazos de registro estabelecidos neste regulamento, sendo permitida também apenas uma troca de clube por atleta'.

Porém, para o IMDD, o jogador começou a temporada no Corinthians - pelo qual não entrou em campo no Brasileiro -, transferiu-se para o São Caetano e, depois, para o Paysandu, tendo disputado seis jogos e feito um gol, na vitória por 3 a 1 sobre o Figueirense, em 19 de setembro. Por ter jogado em três clubes diferentes, o IMDD entende que o jogador está em situação irregular.

Caso o STJD também entenda assim, o Paysandu pode perder até 30 pontos e ser automaticamente rebaixado para a segunda divisão. Conforme o presidente do IMDD, Rodrigo Teixeira, o instituto recebeu uma vasta documentação de operadores do direito desportivo, contento informações sobre a situação irregular do jogador Adrianinho.

'Tenho em mãos estes documentos que comprovam a quebra do artigo 10 do regulamento do Campeonato Brasileiro, que proíbe mais de uma transferência de um mesmo atleta na mesma edição do torneio', afirmou.

Dizendo desconhecer a situação, o presidente do Atlético-MG, que briga para não ser rebaixado à Série B, em 2005, disse que o clube irá verificar a situação e, caso realmente esteja comprovada a irregularidade, o clube irá tomar providências. 'O Atlético não tinha conhecimento desta situação. Não é esse o interesse do Galo. Precisamos ganhar pontos em campo. Porém, na nossa situação, não podemos deixar passar nenhuma oportunidade', afirmou.

Os dirigentes do Papão, por outro lado, garantem que o jogador está legal e, inclusive, já teriam analisado os documentos que chegaram ao Instituto.

 

Gazeta Esportiva

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