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Indústrias têxteis querem instalar fábrica em Dourados

1 Mar 2010 - 17h33Por Dourados News
O empresário paulista Roberto José Faé, dono de lojas e diretor de um conglomerado de indústrias têxteis instaladas em São Paulo e com filiais em Três Lagoas, será o padrinho do polo industrial de Dourados. Faé, o prefeito de Dourados Ari Artuzi e o presidente da (Fiems) Federação das Indústrias de MS, Sérgio Longen, se encontraram recentemente em Três Lagoas e o empresário firmou o compromisso com o município. Juntos, eles conheceram uma das indústrias do grupo em Três Lagoas.

Roberto José Faé elogiou o plano industrial da atual administração de Dourados, sobretudo no setor de confecções, e prometeu ajudar o prefeito a atrair empresas para o município. Em Três Lagoas, o empresário já incentivou a instalação de 16 fábricas para dar suporte às indústrias que ele comanda.

Apesar de comandar grandes indústrias, Faé considerou primordial para o desenvolvimento do setor têxtil o programa criado pela atual administração para incentivar pequenos e médios empresários de confecção, beneficiados pelo Núcleo de Confecções já em funcionamento no BNH 4º Plano e em instalação no Izidro Pedroso. O próximo passo será o Centro de Produção de Vestuário e Têxtil, uma parceria entre a Fiems, prefeitura, Senai, Sesi, Fecomércio, Sesc, Senac, Sebrae e Banco do Brasil.

Para Roberto Faé, o município de Dourados tem vocação para a indústria têxtil por oferecer estrutura para instalação das fábricas. Ele disse ao prefeito Ari Artuzi que é importante conceder incentivos fiscais, mas só isso não basta para viabilizar uma indústria. “Temos recebido convites de vários municípios, mas o que eles têm para oferecer são apenas incentivos  fiscais. Dourados tem estrutura e incentivos”, afirmou.

O prefeito informou ao empresário que ao mesmo tempo em que incentiva a instalação de fábricas de confecção, Dourados investe na qualificação de mão-de-obra. Está em construção na Vila Cachoeirinha uma escola de qualificação profissional que vai preparar, em convênio com a Fiems, 1.500 trabalhadores para atuar no setor têxtil. A meta da prefeitura é qualificar pelo menos 2.500 pessoas neste ano para trabalhar em indústrias têxteis e de confecção.

O presidente da Fiems, Sérgio Longen, elogiou o programa industrial de Dourados e disse que pela primeira vez o município tem um plano concreto de industrialização. “O programa tira a industrialização do campo teórico”, afirmou.


Faé é diretor do conglomerado Avanti, Cortex, Adar Tecidos e Fatex. O conglomerado da área têxtil de Roberto Faé gera 3.200 empregos diretos no município de Três Lagoas. A Avanti tem capacidade de produção de 2.500 toneladas de fios por mês, enquanto a Cortex comercializou 55 milhões de metros quadrados de tecidos por ano e a Fatex tem capacidade para 180 mil peças de cama por mês.


Roberto Faé ainda é proprietário da rede de Lojas Seller, que conta com 40  unidades distribuídas em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, tendo 1.200 empregados. A Fatex conta com seis lojas em São Paulo.

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