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Iagro inicia dia 9 fiscalização a bananais no interior de MS

7 Ago 2004 - 10h45

A entrada de dois carregamentos, esta semana, de banana nanica sem documentação em Mato Grosso do Sul pôs em alerta a fiscalização do Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal). A carga veio de São Paulo onde há focos da doença sigatoka negra, causada por um fungo e que provoca o escurecimento da bananeira, destruindo a plantação em poucas semanas.

Como medida preventiva dois fiscais do Iagro estarão percorrendo a partir de segunda-feira (9) as cidades do Estado onde há plantações de banana. A agrônoma e fiscal agropecuária Maria Mazarello Gomes Ramirez, especialista no assunto, informou que a maior quantidade está no Vale do Tauá – uma propriedade com 40 mil hectares arrendada para pequenos produtores - entre Alcinópolis e Pedro Gomes. A fiscalização, será realizada por dois técnicos e deverá levar pelo menos dez dias. Também serão visitados os municípios de Paranaíba, Coxim, Rio Verde e São Gabriel do Oeste.

 A apreensão de 1,1 tonelada de banana em 50 caixas esta semana, se deu pela falta de duas documentações legais: o CFO (Certificado Fitossanitário de Origem) e a PTV (Permissão de Trânsito Vegetal). Todo o material foi levado para a sede do Iagro em Campo Grande para ser incinerado. Até agora cascas de 874 quilos de bananas e 38 caixas foram destruídas. “É importante destruir até mesmo a caixa, porque pode ter algum vestígio do fungo que é transmitido pelo ar”, explica Maria Mazarello. Na semana que vem o restante deverá ser incinerado.

A medida é preventiva já que aparentemente, conforme a fiscal, não há indícios de que a carga apreendida esteja contaminada, mas como veio de uma área de risco foi determinada a incineração sem ter de passar previamente por um teste. Já a polpa da fruta está sendo retirada e doada para entidades filantrópicas para a fabricação de doces e geléias.

 A doença vegetal, que começou a se propagar na Região Norte e apresenta focos em Mato Grosso e São Paulo, pode ser tratada com a aplicação de fungicida mas segundo a agrônoma nem sempre é financeiramente viável realizar o procedimento; o que leva o produtor a optar pela queima.

 

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