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Horticultura em presídios beneficia entidades sociais em MS

1 Dez 2009 - 11h00Por MS Notícias

A horticultura em unidades penais representa uma importante ferramenta de incentivo à disciplina dos internos, por meio da ocupação produtiva, e ainda ajuda incrementar a alimentação tanto dentro dos presídios como a de entidades sociais, escolas, creches e hospitais.

Na Penitenciária Harry Amorim Costa (PHAC), em Dourados, o trabalho de plantio de legumes e verduras tem contribuído para a limpeza da unidade penal e vem refletindo diretamente no bom comportamento dos detentos. Segundo a administração do presídio, nos locais onde funcionam as hortas, antes delas serem instaladas, eram jogados pelos internos todo o tipo de lixo, o que provocava muita sujeira. “Agora eles colocam os restos em sacolas plásticas”, ressalta.

Já em Ponta Porã, os legumes e verduras produzidos na Unidade Penal Ricardo Brandão (UPRB) são distribuídos a escolas municipais. A iniciativa faz parte de uma parceira entre a direção do presídio e a Prefeitura Municipal. No local estão plantadas alface, cheiro verde, beterraba, cenoura, pepino, cebolinha abobrinha, rúcula, chicória, couve, entre outros. As hortaliças também são utilizadas no abastecimento do estabelecimento penal.

De acordo com o diretor da UPRB, Rodrigo Borges Marques, existe a pretensão de, futuramente, além das escolas, atender asilos, creches e a população carente da cidade. Borges destaca que é importante o desenvolvimento de ações como esta, pois além de beneficiar os detentos e o presídio, também contribui com a população diretamente. “O projeto traz mais tranquilidade e harmonia para o local, os internos até se juntam e oram para que a horta seja abençoada e produza bastante”, comenta.

A Penitenciária de Dois Irmãos do Buriti, que atualmente funciona em regime semiaberto, também possui um espaço destinado à plantação de hortaliças. A produção está servindo para abastecer instituições que atendem à população da cidade, como o hospital e algumas creches do município, além da Apae (Associação dos Pais e Amigos do Excepcional) e o Peti (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil). A distribuição das hortaliças às entidades acontece semanalmente.

A horticultura representa uma ocupação produtiva também para internos de outras unidades penais do Estado, refletindo diretamente em benefícios não só para eles, como também para o presídio e para a sociedade como um todo. Pelo trabalho, os reeducandos recebem remição, a cada três dias trabalhados, eles garantem um a menos na pena a ser cumprida.

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