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Greve do MTE corta atendimento pela metade

20 Ago 2010 - 14h38Por

A greve dos servidores do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) de Dourados, já cortou os atendimentos pela metade. São emissões de carteira de trabalho, cálculos trabalhistas, homologações de documentos, entre vários outros serviços administrativos que vão ser destinados a 50% da demanda diária.

A oficialização da greve aconteceu ontem durante ato público em frente a sede do MTE. Foram distribuídos panfletos, espalhadas faixas com informações sobre a paralisação e entregues bananas, em protesto contra o governo. A greve, que é por tempo indeterminado, já conta com 21 estados.

Nacionalmente a categoria busca condições de trabalho e de atendimento à população além da implantação imediata de plano de carreira específico.

De acordo com líder do comando de greve de Dourados, Lucas Pascoali, desde ontem o número de atendimentos foi reduzido. São emissões de carteira de trabalho, cálculos trabalhistas, homologações de documentos, entre vários outros serviços administrativos que vão ser destinados a 50% da demanda diária.

“Apesar de uma liminar na justiça obrigar o atendimento parcial somente da carteira e seguro, decidimos atender parte da demanda dos demais serviços, também”, conta.

A medida foi aprovada, na última terça-feira, durante assembléia com os servidores administrativos. Com a decisão, dos quase 200 atendimentos diários a agência passará a atender pouco mais de 80, através de senhas. Quando o número for alcançado, os atendimentos param até o dia seguinte. O movimento recebe o nome de “O Ministério Público Agoniza”.

Em Dourados a retomada da greve, que acontece desde o ano passado, foi justificada pela frustração dos servidores diante da suposta falta de negociação por parte do governo.

Em dezembro do ano passado foi aprovada a suspensão da greve, que já durava 40 dias em razão de acordo com o governo. O compromisso firmado foi discutir um plano de carreira específico para o setor, seguindo um calendário de reuniões que terminaria em 22 de fevereiro deste ano.

No entanto, o governo estendeu os encontros até março. Segundo a categoria, após sucessivas reuniões o Ministério do Planejamento disse que não haveria negociação. Foi a gota dágua para os servidores decidirem pela retomada da greve.

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