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Brasil

Governo garante alimentação a 15 mil famílias indígenas

13 Jan 2010 - 14h13Por Governo do Estado de Mato Grosso do Sul

Há 20 meses, o governo do Estado presta assistência que garante a segurança alimentar a quase 15 mil famílias indígenas de Mato Grosso do Sul.

Desde que, sensibilizada com a situação dos indígenas, assumiu essa atribuição, a atual administração compra e distribui mensalmente, e de forma ininterrupta, uma cesta de 27,3 quilos de gêneros alimentícios a cada família selecionada.          

Desde junho, a quantidade fornecida já soma cerca de oito mil toneladas de gêneros alimentícios entregues, considerando um total de aproximadamente 300 mil cestas.
 
A composição da cesta básica foi feita de forma a garantir a qualidade nutricional. Os indígenas recebem arroz, feijão, sal refinado, macarrão, leite em pó, óleo, açúcar, fubá, farinha de mandioca e charque. Somente de arroz, são garantidos 10 quilos mensais por família.

O programa é coordenado pela Secretaria de Trabalho e Assistência Social (Setas), que já está preparando a remessa de janeiro, com um cronograma de distribuição entre os dias 18 e 29 deste mês.

De acordo com a Secretaria, nas visitas mensais para entrega dos alimentos, as equipes  têm observado que não há registros de morte por desnutrição nas localidades beneficiadas.

Os índios beneficiados com o programa, incluindo as aldeias de Dourados, são integrantes de diversas etnias. O governo do Estado organizou o atendimento a partir dos Polos Base da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), que também ofereceu estudos que auxiliaram na seleção das famílias mais necessitadas.

Cada Polo representa um conjunto de aldeias e municípios. O número exato de cestas entregue pode oscilar de um mês para o outro, mas 15 mil unidades são garantidas pelo governo para atender os indígenas.

2010
A primeira remessa de alimentos do ano já está sendo preparada pela Setas. Com base no levantamento das necessidades, o governo definiu o quantitativo a ser distribuído.

No Polo Base de Aquidauana, a entrega atinge 1.817 cestas aos terena das aldeias Ipegue, Água Branca, Morrinhos, Imbirussu, Distrito de Taunay, Lagoinha, Bananal, Colônia Nova, Limão Verde, Córrego Seco e a Casa do Estudante Indígena, em Aquidauana; e das aldeias Brejão, Taboquinha, Água Branca e Cabeceira, em Nioaque.

No Polo Base de Bonito, são beneficiadas 168 famílias Kadweu, moradoras da Aldeia Cerro-y, em Guia Lopes da Laguna; São João, Barro Preto e Tomázia, em Porto Murtinho divisa com Bonito. Três outras aldeias de Porto Murtinho, da mesma etnia, pertencem ao Polo Base de Bodoquena, e também estão sendo assistidas, com um total de 238 cestas: Córrego do Meio, Alves de Barros e Campina.

Uma grande quantidade de aldeias é atendida no município de Miranda, e pertencem ao Polo Base da Funasa nesse município: Passarinho, Moreira, Cachoeirinha, Morrinhos, Lagoinha, Argola, Mãe Terra, Babaçu e Lalima. Todas as famílias são da etnia terena e recebem, juntas, 1.790 cestas alimentares.

Do Polo Base de Campo Grande são contemplados três municípios.  São ao todo 173 cestas, para a Aldeia Bálsamo, em Rochedo; a comunidade Ofaié Xavante de Brasilândia; e a maior quantidade vai para os Guató da localidade de Uberaba, em Corumbá.

Sediado em Sidrolândia, o Polo Base responsável por esse município e por Dois Irmãos do Buriti tem entre os contemplados os terena das Aldeias Tereré, Córrego do Meio, Lagoinha, Recanto, Buriti, Barreirinho, Oliveira, Olho D’água, e Água Azul. Ao todo, a região é atendida com 841 cestas. Outras 622 são destinadas aos Gurani/Kaiowá do Polo Base de Tacuru, às aldeias de Sassoró, e Jaguapiré.

Guarani
Os Guarani/Kaiowá também são os beneficiários da distribuição em outras regiões.
A maior quantidade de cestas é entregue nas aldeias que integram o Polo de Dourados. Nessa região, o governo fornece a cada mês 2.879 unidades do conjunto alimentar. A Aldeia Bororó lidera o recebimento, com 1.298 cestas, e, em segundo lugar vem a Jaguapiru, com 1.282.

Na segunda maior cidade do Estado também são assistidas as comunidades de Panambizinho, Mudas do MS, e Porto Cambira. As aldeias Pamambi (Douradina) e Sucuri (Maracaju) também recebem o benefício.

Outra grande quantidade é distribuída na região Sul Fronteira. O governo entrega 2.486 unidades para comunidades onde é expressiva a população que precisa desse auxílio no sustento mensal.

Três aldeias estão no município de Amambaí: Jaguari, Limão Verde, e Amambai – nessa última, 1.477 famílias contam com a ajuda do governo. Outra comunidade em grande número de assistência é a de Taquapery, em Coronel Sapucaia. E o terceiro município é Aral Moreira, que recebe as cestas na Aldeia Guassuty.

A cada mês, 988 cestas são reservadas para as Aldeias Porto Lindo e Acampamento Yvicatu, em Japorã; Acampamento Sombrerito, em Sete Quedas; e Aldeia Cerrito, em Eldorado, todas no Polo Base de Iguatemi. Mais 744 cestas garantem a alimentação às comunidades de Pirajuí, Potrero Guassu, Sete Cerros, Paraguassu e Arroio Corá, no Polo Base e município de Paranhos.

Também na região fronteiriça, são assistidas as aldeias do Polo Base de Antônio João, onde estão a Pirakuá, de Bela Vista; Kokue-Y e Lima Campo, de Ponta Porã; e Campestre e Cerro Marangatu, de Antônio João, em um total de 288 conjuntos de mantimentos distribuídos.

Seis aldeias completam o conjunto de comunidades onde o Programa de Distribuição de Cestas Alimentares está ajudando a garantir o sustento de crianças e adultos.

Duas delas estão localizadas em Laguna Carapã: Rancho Jacaré e Guaimbé; duas em Caarapó: Guyraroca e Tey Kue; e duas em Juti: Taquara e Jarará. Para essas localidades, o governo repassa, todo mês, 1.257 cestas.

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