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Geraldo apóia piso salarial para policiais militares

26 Mai 2010 - 13h42Por Conjuntura Online
O deputado federal Geraldo Resende (PMDB-MS) acompanha com atenção a tramitação de matérias relevantes, como é o caso da PEC 300, que cria um piso salarial nacional para policiais e bombeiros militares, com base nos salários pagos no Distrito Federal. O parlamentar, que já se manifestou favorável, está torcendo para que a votação em primeiro turno seja concluída essa semana.

Geraldo Resende foi o único parlamentar de Mato Grosso do Sul que participou da Marcha pela Aprovação da PEC 300, em 2 de março deste ano, em Brasília, que ocorreu na Esplanada dos Ministérios e contou com policiais militares e bombeiros de todo o país. “Foi uma grande e justa mobilização que teve meu total apoio, porque sou a favor da dignidade dos trabalhadores da segurança pública”, afirmou.

Pela proposta, o piso seria de R$ 4,5 mil para praças em início de carreira e de R$ 9 mil para oficiais, pondo fim à diferença salarial entre PMs e bombeiros do Distrito Federal com a de outros Estados. Atualmente um soldado da PM do Estado do Rio de Janeiro (RJ) recebe cerca de R$ 818,54 por mês, enquanto que no Distrito Federal (DF) essa renda é de R$ 3.368,01.

O autor da PEC, deputado Capitão Assumção (PSB-ES) considera que a equiparação valoriza os profissionais, com reflexos positivos para toda a sociedade: “Hoje os trabalhadores da segurança pública estão sobrecarregados com as suas tarefas normais e ainda têm de enfrentar o trabalho informal. Então, suplantaríamos essa questão e teríamos profissionais com dedicação exclusiva. A sociedade sairá ganhando”.

Para Geraldo Resende, a valorização da categoria, além de ser uma justiça social e uma forma de equilibrar as diferenças regionais “faz com que os homens e mulheres de bem, que arriscam suas vidas para nos proteger, sejam menos assediados por corruptores, e, assim, o Estado e os direito individuais ficarão cada vez mais salvaguardados”.

Além de Geraldo Resende, outros 320 deputados assinaram requerimento de apoio à PEC 300, cujo texto-base já foi aprovado em primeiro turno na Câmara. Agora, para que o primeiro turno seja concluído, os deputados terão que votar quatros destaques.

Após essa fase, a matéria terá de passar por outro turno de votação para seguir, então, ao Senado.

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