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Fundac faz doação de livros para biblioteca de presídio de MS

19 Abr 2011 - 07h05Por Assessoria

 

A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Fundação Municipal de Cultura (Fundac), fez a doação hoje (18) de 72 livros de diversos autores de Campo Grande para o Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho. Os livros são entregues a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), e serão encaminhados ao presídio pelo diretor da unidade, João Bosco Corrêa.

Para receber os livros e firmar a parceria, o diretor-presidente da Agepen, coronel Deusdete Souza de Oliveira Filho, esteve na Fundac esta tarde, acompanhado do diretor de assistência penitenciária, Leonardo Arévalo Dias e da chefe de divisão de educação, Elaine Arima Xavier Castro. O diretor do estabelecimento penal que será beneficiado com a doação, João Bosco Corrêa, também acompanhou a entrega das obras, assim como Iolete Moreira, chefe da divisão de literatura da Fundac.

Para Roberto Figueiredo, diretor-presidente da Fundac, a cultura é um forte instrumento para a educação dentro do presídio. “A leitura é muito importante em todas as idades, e para os presidiários não deixa de ser um incentivo à ressocialização e, o estudo, uma forma de inclusão social. É importante para a Fundação Municipal de Cultura poder colaborar positivamente com este processo”, afirmou. Figueiredo reforçou também a importância dos estudos na vida das pessoas. “Tudo, de alguma forma, pode ser tirado do ser humano. Mas o estudo, o conhecimento, depois de conquistados, o acompanha pelo resto da vida”.

O diretor-presidente da Agepen também falou sobre a educação dos presos. “Sem educação, sem melhorar o nível de escolaridade dos internos, não há como trabalhar a capacitação destas pessoas. Nós sabemos que apenas família, religião, educação e trabalho são capazes de recuperar a cidadania de um detento”, disse ele, agradecendo os exemplares doados pela Fundac que vão colaborar com o trabalho pela educação dos presos e o resgate dos estudos.

As obras vão compor a biblioteca da instituição, que possui cerca de 400 livros, e vão ser somadas ao acervo que fica disponível aos presidiários que possuem interesse em estudar dentro da unidade penal.

Entre os 72 livros doados, estão obras de autores como Evandro Rodrigues Higa, com “Polca paraguaia, guarânia e chamamé”; Fernando Ávalos Cabanha, com “Relatos Salvare”; e Claunice Maria Dorneles, com “A contribuição das novas tecnologias no processo de ensino e aprendizagem do deficiente visual”, além de Jair de Oliveira, com a sua coletânea de textos teatrais. São temas e autores diversos para atender as necessidades dos internos.

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