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Fifa arquiva caso de suposta corrupção contra Ricardo Teixeira

31 Mai 2011 - 07h11Por Terra

A Fifa arquivou, por falta de provas, o caso pelo qual Ricardo Teixeira era acusado de corrupção, conforme anunciou nesta segunda-feira Joseph Blatter, presidente da entidade. Além do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), outros dirigentes estavam sendo investigados, dentre eles o paraguaio Nicolás Leoz, presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).

"Hoje, o comitê executivo se reuniu e recebeu um informe da comissão de investigação sobre as declarações de David Triesman (responsável pela candidatura inglesa para a organização na Copa do Mundo de 2018) no Parlamento inglês. Temos o prazer de poder confirmar que não existem elementos para iniciar um processo", disse Blatter.

Em nota oficial, a entidade máxima do futebol alegou falta de provas para dar início a uma investigação. "Após haver recebido e analisado o informe da Federação da Inglaterra (FA) sobre as acusações feitas em 10 de maio de 2011, pelo lorde David Triesman perante a Câmara dos Comuns contra quatro membros do Comitê Executivo da Fifa (Nicolás Leoz, Worawi Makudi, Ricardo Terra Teixeira e Jack Warner), a Fifa pode confirmar que o informe carece de elementos para a abertra de um procedimento diante da Comissão de Ética", consta no informe.

"Além disso, a Fifa não recebeu nenhum tipo de provas do jornal Sunday Times ou da parte "denunciante" citada neste diário a respeito das acusações feitas contra outros membros do Comitê da Fifa (Issa Hayatou e Jacques Anouma)", prossegue o documento.

David Triesman, ex-presidente do comitê de candidatura da Inglaterra para a organização da Copa do mundo de 2018, tinha acusado de corrupção Ricardo Teixeira, presidente da CBF; Nicolás Leoz, presidente da Conmebol, Jack Warner, presidente da Concacaf (Confederação das Américas do Norte, Central e Caribe de Futebol) e Worawi Makudi, presidente da Federação Tailandesa.

Perante uma comissão de investogação do parlamento britânico, ele qualificou o comportamento desses dirigentes de "incorreto e antiético".

Nas suas acusações, Triesman citou um encontro que teve com Ricardo Teixeira durante um jogo entre o Brasil e a Inglaterra no Catar, em 2009. Quando o inglês se disse feliz pelo então presidente Lula ter mostrado simpatia pela candidatura inglesa, o presidente da CBF teria respondido: "Lula não é nada. Venha e me diga o que você tem para mim".

Triesman também alegou que Warner teria solicitado, em troca do seu apoio, US$ 4 milhões para a construção de escolas em seu país, Trinidad e Tobago, além de uma "doação" de US$ 800 mil para garantir a transmissão da Copa do Mundo de 2010 no Haiti.

Já Leoz teria pedido um título honorífico de cavalheiro, durante um encontro com o dirigente inglês em Assunção, em 2009.

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