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Brasil

Fiems e Enersul assinam manutenção do Energia Extra

15 Out 2009 - 15h10Por Conjuntura

O presidente da Fiems, Sérgio Longen, e o vice-presidente da Enersul, Sidney Simonágio, assinam nesta quinta-feira (15), a partir das 10h, no 6º andar do Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande, o termo de manutenção do Programa Energia Extra até dezembro de 2010.

A manutenção do benefício foi autorizada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), permitindo a comercialização de energia elétrica a baixo custo no horário de ponta das 17h30 às 20h30.

O Programa, que permite ao setor industrial do Estado pagar R$ 0,38 pelo kW/h (quilowatt/hora) contra R$ 1,60, terminaria nesta quinta-feira, mas articulações mantidas pela Fiems, Enersul e senador Delcídio do Amaral levaram à manutenção do Energia Extra.

“A decisão da Enersul, com o devido aval da Aneel, traz alívio para as 500 indústrias que se beneficiam do Energia Extra e para milhares de trabalhadores. Apenas no setor de alimentação são 1,6 mil trabalhadores que já temiam pelo início das demissões”, destacou Sérgio Longen.

Na avaliação dele, não era razoável que essas 500 indústrias migrassem para o uso de geradores movidos a óleo diesel, que é considerada uma energia suja, preterindo a energia fornecida pela concessionária, que é uma energia limpa provenientes das hidrelétricas.

Ele lembra que no dia 3 de setembro foi realizada reunião em Brasília (DF) com o diretor de regulação da Aneel, Romeu Donizete Rufino, para que fosse encontrada uma solução definitiva para o impasse.

Na época, Romeu Rufino explicou que a manutenção do Energia Extra era um processo que envolvia outros Estados e, portanto, a decisão teria de ser tomada pelo colegiado da agência reguladora, ou seja, a solução para Mato Grosso do Sul seria adotada também para todo o Brasil.

O senador Delcídio do Amaral destaca o esforço conjunto da Enersul e Fiems para a manutenção do Programa e reconheceu a dificuldade do setor industrial em produzir no horário de pico caso o benefício seja suspenso.

Ele ainda informou que pretende apresentar no Senado Federal um projeto de lei que permite ao consumidor industrial possa migrar para a categoria de consumidor livre.

“Na prática, essa possibilidade permitirá aos grandes consumidores possam adquirir energia elétrica no mercado nacional a custo mais barato, deixando de depender das concessionárias de energia”, explicou.

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