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Evangélico tem superlotação e espera que HU desafogue SUS

8 Jul 2004 - 07h56
O diretor do Hospital Evangélico, Paulo Nogueira, disse ontem à reportagem de O Progresso que a instituição é uma das que mais deseja que o Hospital Universitário (HU) passe a atender a população o mais rápido possível. Assim os leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), do HE estariam desafogados e consequentemente muitos pacientes não teriam que ficar, muitas vezes, aguardando vaga e recebendo atendimento médico nos corredores, de uma maneira desconfortável.
O Hospital Evangélico tem uma média de atendimento de internações de 1.200 pacientes/mês, somente pelo SUS. São 40 internações por dia pelos mais diversos problemas de saúde. Hoje o Hospital Universitário funciona apenas como ambulatório. "Sem dúvida todos ganhariam com o funcionamento do Hospital Universitário; nós poderíamos oferecer um atendimento ainda melhor aos pacientes internados pelo SUS, eles se sentiriam bem melhor no período em que estivessem internados aqui, bem como os seus familiares, pois sabemos que muitos até ficam revoltados em ver alguém da família nos corredores, mas hoje é a única forma que nós temos de continuar garantindo o atendimento pelo SUS, para que este paciente não fique sem assistência médica. O nosso desejo é que todos estivessem ocupando os leitos, assim que fossem internados, mas infelizmente a demanda é muito grande e nos impossibilita de trabalharmos neste sentido", disse Nogueira.
BAIXA TEMPERATURA
Com a baixa temperatura dos últimos meses, que consequentemente também eleva o número de doenças respiratórias as internações têm aumentado. Porém este crescimento não altera a rotina de atendimento no HE. A média continua mantida porque são tipos de enfermidade em que a pessoa permanece por poucos dias internada (no máximo quatro dias).
Pela simplicidade da doença este é o período suficiente para que o paciente receba os cuidados médicos e tenha alta. "Não chega a alterar a nossa média de atendimento, pois hoje enfrentamos o ciclo da baixa temperatura; acabando este ciclo surgem outros fatores que também geram grande volume de internações, ao final acaba sendo mantida a média de atendimento de sempre, que aliás é a rotina do Hospital Evangélico", disse Nogueira.
 
 
César Cordeiro / Dourados Agora

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