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Empresários defendem ferrovia do MS ao Porto de Paranaguá

9 Mar 2010 - 10h56Por Diário MS

O presidente da Ferroeste, Samuel Gomes, participou ontem (8) das discussões em torno da atualização do PNLT (Plano Nacional de Logística e Transporte) do Governo Federal, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, a convite da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul) e do Ministério dos Transportes. A reunião acontece no Centro de Convenções e Exposições Albano Franco.

“Depois da extinção do Geipot (Anuário Estatístico de Transportes), o Brasil ficou durante anos sem planejamento de transporte e logística”, ressalta Gomes.

“O PNLT, nesse sentido, é uma iniciativa louvável e muito bem conduzida pelo experiente técnico do Ministério dos Transportes, Marcelo Perrupato, oriundo do Geipot”.

Para o presidente da Fiems, Sérgio Longen, o Mato Grosso do Sul está “iniciando um processo de inserção na economia mundial” e a “discussão desse plano de logística é muito importante”, acrescenta. Segundo Longen, em plena safra de grãos, o sistema de transporte dá mostra de estar estrangulado. “A BR101 que leva a produção do Mato Grosso do Sul ao Porto de Paranaguá é um comboio só de carretas e caminhões”.
O presidente da Fiems acrescentou que a decisão dos governadores (PR, SC, MS e RS) do Codesul – Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul em criar a Ferrosul, a partir da Ferroeste, “é um projeto extremamente importante para o desenvolvimento do Mato Grosso do Sul e tem todo o nosso apoio”. Longen disse que o Mato Grosso do Sul quer mostrar aos técnicos do Ministério as dificuldades logísticas que o Estado encontra para escoar sua produção, por rodovia, até o Porto de Paranaguá.
As reuniões para atualizar o PNLT vão subsidiar a elaboração do Plano Plurianual (PPA) do governo federal e o próximo encontro do cronograma, com a presença da Ferroeste, está marcado para quinta-feira (11), em Florianópolis, na Federação das Indústrias de Santa Catarina.

O PNLT dividiu o Brasil em vetores de desenvolvimento em vez de regiões. Mais da metade do território paranaense está dentro do vetorial centro-sudeste, que inclui todo o Mato Grosso do Sul e São Paulo e parte de Minas Gerais e Goiás. Na reunião de Florianópolis será discutido o vetorial sul, que envolve o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e parte do Paraná.

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