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Brasil

Empate justo no clássico paulista tira o Corinthians da liderança

2 Ago 2010 - 08h42Por Globo Esporte

O primeiro tempo foi do Corinthians, a segunda etapa foi do Palmeiras e o empate de 1 a 1 no Pacaembu, na tarde deste domingo, acabou sendo justo para o clássico paulista. Com o resultado, o Timão deixou a liderança do Campeonato Brasileiro para o Fluminense – que tinha vencido o Atlético Paranaense por 3 a 1 no sábado – e, com um ponto a menos (25 a 26), caiu para a segunda posição. O Verdão é o 11º colocado com 15 pontos.

No próximo fim de semana, os dois times voltam a campo no domingo. O Alvinegro recebe o Flamengo, às 16h (de Brasília) no mesmo Pacaembu, enquanto os palmeirenses vão ao Serra Dourada enfrentar o Goiás no mesmo horário.

O Corinthians, que jogava na condição de visitante, encurralou o Palmeiras desde o início. Com 4 minutos de jogo, Bruno César, de falta, já exigiu grande defesa de Deola. Na cobrança de escanteio, Armero cortou o cruzamento com o braço, mas o juiz não viu e deixou o lance seguir.

Quando o relógio marcou 15 minutos, o Timão registrava o dobro de posse de bola do Verdão, o dobro de passes certos e o triplo de finalizações.

Com boa troca de bola no meio-campo, e quase sem errar passes, o Corinthians dava pouca chance ao rival. Restava ao Palmeiras apostar nos contra-ataques. E foi assim o primeiro susto que o time de Luiz Felipe Scolari deu no do estreante Adilson Batista. Aos 16, Kléber rolou para Ewerthon, que cruzou para Lincoln completar para o gol. Mas o auxiliar anulou a jogada, corretamente, assinalando impedimento no momento do primeiro passe.
Pouco depois, aos 21, saiu o primeiro zero do placar. E para o lado de quem estava melhor. Num rápido ataque, Bruno César tocou de calcanhar para Iarley ainda no campo de defesa e correu para receber na ponta direita. Quando Iarley devolveu, Bruno cruzou de primeira para a área, onde Jorge Henrique, impedido, marcou de letra e correu para comemorar.

Se o Corinthians teve um pênalti não marcado para reclamar (e não reclamou), o Palmeiras também teve. Após um cruzamento na área alvinegra, Jucilei segurou Ewerthon, que caiu e olhou para o árbitro. Mas o juiz sequer esboçou reação de assinalar a penalidade.

Aos poucos o Palmeiras equilibrava o jogo. A posse de bola, que chegou a ser 80% a 20% no início, a essa altura já estava quase 50% a 50%.

Arriscando menos, é verdade, o Verdão conseguiu o empate aos 33 minutos. Danilo cruzou na área para Kléber, livre de marcação, cabecear. Julio Cesar fez boa defesa, mas a bola sobrou limpa para
Edinho empurrar para a rede: 1 a 1.

O primeiro tempo terminou com um Palmeiras mais animado pelo gol e com um Corinthians lamentando não ter aproveitado melhor as chances criadas. E foi da mesma maneira que a segunda etapa começou, com o Verdão um pouco mais ligado em campo. Logo aos 3 minutos, Ewerthon marcou o que seria o gol da virada, mas o árbitro anulou mais uma vez, apontando impedimento claro do atacante.

Destaque do Timão nos 45 minutos iniciais, Bruno César voltou apagado do vestiário e não conseguia se livrar da marcação de Pierre. Por várias vezes Adilson Batista mandou recados pedindo para o seu camisa 10 acordar. Como não acordou, aos 17 foi substituído por Defederico. Felipão respondeu na sequência, trocando Lincoln por Tinga.

Agora era o Corinthians que não sabia como se livrar da marcação palmeirense e abusava das faltas para tentar frear o ritmo do adversário. O Verdão criava mais, só que tinha dificuldade de se aproximar da meta. Aos 33, mais um gol de Ewerthon anulado por impedimento. Com um pouco mais de tempo de bola, o atacante teria ajudado o seu time a golear. Três gols do Palmeiras foram anulados em lances de posicionamento irregular do camisa 88.

Os dois técnicos ainda apostaram as últimas fichas reforçando os ataques, mas, no fim das contas, o empate foi justo. O Corinthians foi melhor no primeiro tempo, o Palmeiras dominou o segundo e cada um saiu do Pacaembu com um ponto na tabela. Para o lado alvinegro ficou um sentimento de frustração por ter deixado a liderança escapar para as mãos do Fluminense.

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