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Em agosto MS é o pior do Centro-Oeste no emprego

19 Set 2006 - 07h36
Mato Grosso do Sul foi o pior do Centro-Oeste e o 4º pior do país na criação de vagas de emprego no mês de agosto.
A variação de julho para agosto foi de apenas 0,20%. O saldo positivo é de apenas 643 vagas (14.535 vagas criadas contra 13.892 demissões). Em 2005, no mesmo período, a variação foi melhor, 0,30%, com saldo de 922 vagas. No mês de julho, MS foi melhor. Abriu 15.399 vagas e fechou 13.901, ficando com variação de 0,47% ew saldo de 1.498. Em junho a variação havia sido de 0,15%, a pior do ano.
Já o Brasil, Pelo oitavo mês consecutivo, cresceu no emprego com carteira assinada no país. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do MTE (Ministério do Trabalho Emprego e Renda). O saldo de vagas em agosto é de 128.915, com variação positiva de 0,48%. O estado que liderou em agosto foi a Paraíba, que teve variação de 2,50% e saldo de 5,6 mil vagas. O pior foi o Rio Grande do Sul, com variação de 0,10% e saldo de apenas 1.848 vagas.
Durante a divulgação dos dados, do Caged, ontem, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse que o Brasil criou a base para ingressar num período de crescimento sustentável, conjugado a políticas sociais. “Reduzimos nossa dependência externa, o que nos ajuda a ter uma boa expectativa. É preciso dar seqüência ao processo de redução de juros para sermos capazes de levar o país, em 2007, aos esperados 5% de crescimento. Para isso, temos que investir em infra-estrutura de modo a expandir a capacidade de produção e a geração de emprego e renda, sempre com investimento social”, concluiu.
Em agosto, quase todos os setores mostraram expansão no emprego. O de melhor desempenho foi o de Serviços, com a geração de 64.668 postos de trabalho. Em seguida, estão o comércio, com a abertura de 30.192 vagas, e a indústria de transformação, com geração de 28.788 postos. A única exceção foi a Agricultura, que eliminou 13.727 vagas. Isso se deve a fatores sazonais associados à entressafra no centro-sul do país.
Um destaque na indústria da transformação, este mês, foi o crescimento registrado em dez ramos, dos doze que compõem o segmento. A indústria de produtos alimentícios gerou 15.553 empregos com carteira assinada. Em segundo lugar vem a indústria têxtil, com a criação de 3.489 postos e a indústria química, com a abertura de 3.253 vagas. O setor calçadista continua em processo de recuperação: em agosto, gerou 2.726 empregos. Os ramos que registraram queda foram o da indústria da borracha, fumo e couros (-3.295), em função de fatores sazonais, e o da indústria de material elétrico e comunicação (-1.400), devido ao enxugamento do quadro de pessoal de grandes empresas, que apostaram na Copa do Mundo.
De janeiro a agosto de 2006, o setor que mais criou empregos foi o de serviços: +441.615 postos, seguido da indústria de transformação, responsável pela geração de 264.663 postos. Em terceiro lugar, no acumulado do ano, está a agricultura, que gerou 205.602 empregos, resultado ligeiramente superior ao do mesmo período em 2005, quando foram gerados 199.400 postos. (Com MTE).

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