Menu
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
sexta, 14 de maio de 2021
Busca
Brasil

Dólar comercial abre em alta de 0,12%, a R$ 1,707

27 Out 2010 - 14h10Por Invertia
O dólar comercial abriu o dia em alta de 0,12%, negociado a R$ 1,707 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de ontem, a moeda norte-americana avançou 0,29%, cotada a R$ 1,705 no fechamento. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar com liquidação à vista abriu as negociações em alta de 0,18%, também a R$ 1,707.

O clima de cautela em relação à decisão que o mercado espera do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), de afrouxamento monetário, continua na manhã de hoje. Há semanas os investidores vêm negociando na expectativa de ações do banco central norte-americano para incentivar a economia e, agora, o temor é que a antecipação das medidas tenha sido exagerada.

Ainda assim, no mercado internacional de moedas, depois de um pregão de alta generalizada do dólar ontem, o fôlego hoje é limitado. "As discussões sobre o dólar aqui e no exterior permanecem e os investidores vão continuar apreensivos", afirmou um especialista. Nesse sentido, hoje três países emergentes vieram a público expor preocupação com a questão cambial: Filipinas, Coreia e Cingapura.

Nas Filipinas, o banco central está intervindo no câmbio para "preservar o valor do peso de modo que oscile dentro de uma banda específica", disse o presidente do país, Benigno Aquino, em entrevista a agências internacionais. Já na Coreia e em Cingapura a ação não começou, mas é iminente. O presidente do banco central da Coreia do Sul, Kim Choong-soo, disse que o governo precisa preparar medidas para lidar com eventuais problemas decorrentes da forte entrada de recursos no país. Por sua vez, o banco central de Cingapura informou que poderá intervir no câmbio para controlar a valorização da moeda local, destacando que a Ásia enfrenta riscos provenientes do aumento do fluxo de capital para a região.

Diante disso e da percepção de que o governo brasileiro também está atento e disposto a novas intervenções, o mercado doméstico de câmbio "é mais de compra do que de venda", segundo operadores. "Mas o fluxo pode ser determinante, interferindo nessa lógica. Se houver entradas de recursos, as cotações do dólar podem ceder", disse um dos profissionais.

A expectativa de alguns operadores era de que duas captações feitas recentemente, em um total de US$ 500 milhões, ingressassem no País entre hoje e amanhã. O mercado estima ainda que várias operações externas estão em andamento. Ainda que em volumes menores que os registrados em setembro, há sinais de que o movimento de emissões constantes de empresas brasileiras no exterior está sendo retomado. "O mercado vai acompanhar o exterior, com um olho no fluxo nos próximos dias", completou um profissional.

Deixe seu Comentário

Leia Também

SONHO INTERROMPIDO
Agente educacional morta em ataque a creche em Saudades queria fazer intercâmbio no Canadá
PESQUISA PRESIDENCIAL
Datafolha mostra Lula disparado na corrida eleitoral
NOVA INFECÇÃO
Covid-19: após 3 semanas de queda, casos de coronavírus avançam no Brasil puxados por 9 Estados
TRISTEZA NA FAMILIA
Seis pessoas da mesma familia morrem vítimas da Covid-19
NOVAS REGRAS
WhatsApp: o que acontece se você não aceitar novas regras do aplicativo até 15 de maio
FAMOSIDADES
Pai da campeã do 'BBB 21' Juliette vive em casinha de barro na Paraíba
CACHAÇA
Jovem enfia garrafa no ânus durante bebedeira e vai parar no hospital
ESCALADA DA VIOLÊNCIA
Operação mais letal da história deixa 25 mortos no Jacarezinho
VITIMA DO MASSACRE
'Fiquei vendo costurarem os ferimentos. Chorava, orava e agradecia por ele estar vivo, diz mãe
FRIO - FÁTIMA DO SUL NOVA ONDA DE FRIO
Frio de origem polar começa a ser sentido novamente e terá geada