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Dívida pública federal cresce 1,42%, para R$ 1,278 trilhão

26 Abr 2007 - 04h50
A dívida pública federal (soma dos endividamentos internos e externos) fechou março em R$ 1,278 trilhão. O valor é 1,42% maior que o resultado em fevereiro, quando a dívida ficou em R$ R$ 1.260,4 bilhões trilhão. Em termos nominais, sem descontar a inflação, o crescimento foi de R$ 17,88 bilhões.

A dívida pública mobiliária federal interna (DPMFI) teve alta de 2,02% em março, passando de R$ 1,120 trilhão em fevereiro para R$ 1,142 trilhão no terceiro mês de 2007. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira, 25, pelo Tesouro, a parcela de títulos prefixados no total da dívida interna superou, pela primeira vez, o volume de papéis atrelados à taxa básica de juros, a Selic (atualmente em 12,5% ao ano).

A participação dos títulos pré-fixados na composição da dívida subiu de 35,39%, em fevereiro, para 37,26%, em março, somando R$ 425,80 bilhões. Já os papéis atrelados à taxa básica de juros, a Selic (atualmente em 12,75% ao ano), recuaram de 38,43% para 36,53%, totalizando R$ 417,42 bilhões, valor que considera as operações de swap.

A performance já era esperada para o primeiro semestre deste ano e é resultante da estratégia do Tesouro Nacional de zerar no longo prazo o volume de papéis atrelados à Selic, considerados de maior risco de financiamento para o governo porque têm taxas pós-fixadas. Já os papéis prefixados são considerados melhores para a administração da dívida porque têm taxa definida em leilão.

Os papéis atrelados a índice de preços se mantiveram praticamente estáveis, passando de 22,59%, em fevereiro, para 22,66%, em março.

A parcela atrelada ao câmbio recuou de 1,26% para 1,20% do total da dívida na mesma comparação sem incorporar as operações de swap cambial. Se estas operações forem contabilizadas, o Brasil passa a ser credor, em dólar, ao equivalente a R$ 11,590 bilhões.

Já os títulos atrelados à Taxa Referencial (TR) tiveram sua participação ampliada de 2,33% em fevereiro para 2,35% em março.

Juros

O crescimento de R$ 32,153 bilhões em fevereiro da dívida pública mobiliária federal interna é resultado da emissão líquida de R$ 10,5 bilhões ocorrida no mês e à apropriação dos juros da dívida no valor de R$ 12,130 bilhões. A apropriação dos juros correspondeu a 0,84% do estoque da dívida. As emissões de títulos somaram em fevereiro R$ 40,7 bilhões enquanto que o total de resgates no mês foi de R$ 18,9 bilhões.

Dívida externa

A dívida pública federal externa caiu de R$ 140,34 bilhões em fevereiro para R$ 135,62 bilhões em março, o equivalente a uma queda de 3,48%. Além do resgate líquido de R$ 1,6 bilhão na dívida externa, a valorização de 3,2% do real em relação ao dólar também contribuiu decisivamente para a redução do tamanho desta dívida.

De acordo com os dados divulgados pelo Tesouro Nacional, a participação dos papéis atrelados ao dólar caiu de 83,12% em fevereiro, para 82,10% em março. A parcela atrelada ao euro subiu de 9,91% para 10,09% na mesma comparação, e a fatia em reais avançou de 5,72% para 6,54%.

Títulos a vencer

A parcela da dívida interna a vencer em 12 meses caiu, em março, de 35,55% para 35,03% do total do endividamento. Isso significa que do total de R$ 1,142 trilhão da dívida, R$ 400,27 bilhões dos títulos vencem no prazo de um ano. Quanto menor essa parcela, considerada dívida de curto prazo, melhor é avaliado pelos economistas o perfil da dívida.

A parcela a vencer em 12 meses da Dívida Pública Federal (DPF) total (interna e externa) caiu em fevereiro de 32,34% para 32,06% do total. Já a parcela da Dívida Pública Federal externa (DPFe) de 6,73% para 7,06%.

O prazo médio dos títulos da DPMFi teve um ligeiro aumento, de 31,64 meses para 31,88 meses em março e da DPFe caiu de 71,73 meses para 71,41 meses. O prazo médio de emissões dos papéis da DPMFi saltou de 33,70 meses, em fevereiro, para 35,52 meses, em março.

 

 

Estadão

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