Menu
SADER_FULL
quarta, 27 de outubro de 2021
Busca
Brasil

Dinheiro que candidatos prevêem gastar pode nem aparecer

10 Jul 2006 - 09h51
Dinheiro que candidatos prevêem gastar pode nem aparecer. Os candidatos às eleições de 1º de outubro prevêem gastos de até R$ 240 milhões durante a campanha. Apesar de ser uma projeção, o orçamento para três meses de campanha é mais robusto do que se esperava. O valor é mais que o dobro da campanha de 2002 e corresponde a uma receita mensal do Estado. Os gastos estimados, entretanto, podem ficar bem abaixo por conta das restrições da legislação, que proíbe shows e distribuição de brindes, além de outdoor, componentes que mais pesavam no orçamento eleitoral. O dinheiro dos gastos eleitorais orçados pelos candidatos, na verdade, pode nem aparecer e frustrar a expectativa de setores da economia que pretendem impulsionar seus negócios neste período.
Com a receita mensal de R$ 240 milhões o Estado cobre as contas, alimentos para 80 mil famílias abaixo da linha de pobreza, repassa 25% aos 78 municípios, paga os salários de 60 mil funcionários, movimenta a máquina administrativa e divulga as ações do governo, entre outras despesas do cotidiano do poder público. Embora seja apenas uma estimativa, os gastos previstos são considerados exagerados.
O candidato do PMDB, André Puccinelli, estima gastos de R$ 15 milhões. Sua candidata ao Senado, Marisa Serrano (PSDB), prevê R$ 5 milhões. Cada um dos candidatos a deputado federal da coligação liderada pelo PMDB prevê gastos de R$ 1,5 milhão. Já os candidatos a deputado estadual têm estimativa de R$ 1 milhão, cada. A chapa proporcional para as duas casas legislativas pode gastar, diante desses cálculos, algo em torno de R$ 148 milhões. A grande maioria dos candidatos, no entanto, não tem dinheiro para atingir esse patamar.
O PT e seus aliados projetam gastos de R$ 30 milhões, incluindo os candidatos a deputado estadual e a federal. Delcídio Amaral (PT) declarou limite de gastos de R$ 8 milhões. Egon Krakhecke (PT), candidato ao Senado, prevê gastar R$ 1 milhão, a metade do seu adversário do PDT, Leite Schimidt. Toda a chapa do PDT, ao Senado e outras duas legislativas tem previsão de gastos de R$ 33,5 milhões.
O Prona, que no Estado não lança candidato ao governo, pretende gastar no máximo R$ 700 mil na corrida ao Senado – a ser disputada por Ionaldo Arce. Ao todo, o Prona prevê gastos de R$ 5,9 milhões. O PSol, que estréia na campanha, declarou ao TRE a intenção de gastar no máximo R$ 1,3 milhão na campanha – R$ 300 mil divididos igualmente entre o candidato ao governo, Carlos Alberto Dutra, e a candidata ao Senado, Anita Borba – e mais R$ 100 mil para cada um dos oito candidatos a deputado estadual. O PSDC de Eliseu Amarilha prevê gastos de R$ 200 mil em sua campanha para governador e quatro candidatos a deputado estadual R$ 400 mil.
O PV prevê gastar R$ 15 milhões para a campanha ao governo e mais R$ 10 milhões ao Senado; além de R$ 2 milhões para a campanha dos candidatos a deputado federal e R$ 9 milhões na campanha dos candidatos a deputado estadual, totalizando R$ 27 milhões.
 
TV Morena

Leia Também

LIÇÕES DA BÍBLIA
Julgue com justiça
LIÇÕES DA BÍBLIA
Amem o estrangeiro
LIÇÕES DA BÍBLIA
Circuncidem seu coração
OLIMPÍADA 2024
Atletas de MS terão bolsas de até R$ 7 mil para competir nos jogos olímpicos
LIÇÕES DA BÍBLIA
Estudo adicional
VOLTOU A SUBIR
Covid-19: Brasil registra 15.609 casos e 373 mortes em 24 horas
ESTAVA DESAPARECIDO
Corpo de pescador é encontrado dentro de jacaré
LIÇÕES DA BÍBLIA
O principal mandamento
BAIXARAM A GUARDA
Covid-19: Brasil registra 390 mortes e 12,9 mil casos em 24 horas
LIÇÕES DA BÍBLIA
Se me amam, guardarão os Meus mandamentos