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Déficit comercial do setor de máquinas e equipamentos deve dobrar em 2011

31 Mar 2011 - 08h22Por Agência Brasil

O setor de máquinas e equipamentos deve fechar o ano com um déficit comercial de US$ 30 bilhões, US$ 15 bilhões a mais que em 2010, quando o déficit foi de US$ 15,7 bilhões. A estimativa foi feita hoje (30) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

De acordo com os dados divulgados pela Abimaq, as exportações do setor, em fevereiro, ficaram novamente abaixo das importações. As vendas para o exterior totalizaram US$ 895 milhões e as importações, US$ 2,04 bilhões, um déficit comercial de US$ 1,14 bilhão.

“Isso mostra que estamos sendo invadidos [pelos produtos industrializados importados]. Se o Brasil não tomar uma atitude com relação, principalmente, aos países asiáticos, nós estaremos entregando nosso mercado de bandeja”, disse o presidente da Abimaq, Luiz Aubert Neto. A entidade pede barreiras comerciais contra esses países, menores taxas de juros e desvalorização cambial.

Entre os principais exportadores de máquinas e equipamentos para o Brasil, a China se consolidou em segundo lugar, responsável por 16% dos itens importados, atrás dos Estados Unidos, que têm participação de 25%. Em terceiro lugar está a Alemanha, seguida por Japão, pela Itália e Coreia do Sul.

Entre os principais destinos dos produtos industrializados brasileiros estão os Estados Unidos, a Argentina, Holanda, o Peru e a Alemanha. Em relação ao primeiro bimestre do ano passado, os dois primeiros meses de 2011 registraram aumento de 59,5% das exportações brasileiras para os Estados Unidos (US$ 170,04 milhões em 2010 para US$ 271,29 milhões em 2011), e um acréscimo de 116,9% das exportações para a Alemanha (US$ 37,24 milhões, em 2010, para US$ 80,79, em 2011).

“Imaginem se tivéssemos a competitividade como a gente pede, principalmente em relação ao câmbio. Aumentar a exportação para a Alemanha e os Estados Unidos é uma coisa que a gente tem que comemorar. Mostra que a indústria brasileira ainda é competitiva. Mas nós estamos perdendo isso ao longo do tempo, com essas condições macroeconômicas”, disse.

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