Menu
SADER_FULL
sexta, 17 de setembro de 2021
Busca
Brasil

Decon vai intensificar ações em supermercados em MS

4 Nov 2009 - 12h59Por Diário MS
Durante reunião realizada na semana passada com a Amas (Associação Sul-Mato-Grossense de Supermercados), a Decon (Delegacia do Consumidor) apontou os maiores problemas detectados na comercialização de produtos pelos supermercados de Mato Grosso do Sul, com intenção de reduzir o número de irregularidades. O delegado da Decon, Adriano Garcia Geraldo, esclareceu e orientou os diretores da Amas sobre as conseqüências das irregularidades.

Um dos pontos destacadas pelo delegado é o comércio clandestino de gás liquefeito de petróleo (GLP) pelos supermercados. Ele alertou que a falta de autorização da Agência Nacional de Petróleo pode acarretar, além da apreensão dos botijões, a instauração de processo administrativo na ANP e aplicação de multa mínima imediata no valor de R$ 50 mil. O proprietário do estabelecimento também pode responder ainda a inquérito policial, cabendo prisão em flagrante, por crime previsto na lei 8176/90 com pena de detenção de um a cino anos.

De acordo com o delegado, há um aumento da comercialização clandestina de GLP em supermercados de médio e pequeno porte, principalmente na região periférica de Campo Grande. Adriano também lembrou que o dono de supermercados também irá responder penal e administrativamente pela venda de cigarros contrabandeados de outros paises.

Denúncias

A Decon vem registrando um aumento no número de reclamações sobre o armazenamento, manuseio e comercialização de produtos congelados, resfriados e fabricados nos próprios estabelecimentos, como rotisseria e padaria, em desconformidade com as normas da vigilância sanitária e também sobre venda clandestina de carne.

No caso de armazenamento, entre outras constatações conforme o delegado, foram detectados falta de manutenção dos equipamentos de refrigeração e/ou aquecimento e estoques de produtos acima da capacidade das câmaras frias e balcões de refrigeração, ocasionando variação de temperatura acima ou abaixo da recomendada e, consequentemente, tornando o produto impróprio ao consumo.

Neste caso, será feita a apreensão e destruição dos produtos, além de instauração de processo administrativo pela Vigilância Sanitária e inquérito policial pela Decon, com pena de detenção de dois a cinco anos.

Já a venda clandestina de carne está ocorrendo especialmente em mercados de pequeno e médio porte na periferia da Capital e também no interior do Estado. O consumo desse produto poderá ocasionar vários problemas de saúde, inclusive fatais. Se constatada a irregularidade, a carne será apreendida e destruída e os comerciantes presos em flagrante.

Deixe seu Comentário

Leia Também

VOLTOU A SUBIR
Covid-19: ministério registra 34,4 mil casos e 643 mortes em 24 horas
COMOÇÃO E REVOLTA
Menina de 5 anos é morta com tiro na cabeça enquanto caminhava para comprar lanche
CEF de Fátima do Sul OPORTUNIDADE
Caixa abre concurso com salários de mais de R$ 3 mil; confira
QUASE 600 MIL MORTES
Covid-19: mortes sobem para 588,5 mil e casos, para 21,03 milhões
LIÇÕES DA BÍBLIA
Uma rua de mão dupla
LATROCINIO
Dupla invade casa, tranca mulher e crianças em quarto e mata homem degolado
SAQUE EMERGENCIAL
Caixa cria calendário para liberar nova rodada de dinheiro do FGTS
TRAGEDIA AÉREA
Acidente aéreo mata sócio da Raizen e outras seis pessoas
LIÇÕES DA BÍBLIA
Um missionário irado e inquieto
LARVAS
Vídeos mostram peixes frescos recheados de vermes; veja