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Brasil

Custo da construção civil sobe 5,47% em MS este ano

9 Out 2009 - 07h59Por Diário MS
O custo da construção civil subiu 5,47% em Mato Grosso do Sul, de janeiro a setembro. É o décimo maior reajuste do país. Com isso, MS ficou na 13ª posição no ranking do custo da construção entre os 27 Estados brasileiros. Os dados são do Sinapi (Índice Nacional da Construção Civil), calculado pelo IBGE em convênio com a Caixa Econômica Federal e que foram divulgados ontem pela manhã.
Em MS o custo do m² da construção civil foi R$ 682,28 em setembro, contra R$ 681,59 no mês passado. O reajuste em relação ao mês passado foi de 0,10%. Já em relação a janeiro, o custo subiu 5,47%, passando de R$ 644,93 para R$ 682,28. Isto significa que o m² da obra está R$ 37,32 mais caro que em janeiro.
O Estado onde houve o maior reajuste no ano foi o Acre, com 8,99% no ano, seguido da Paraíba, com 7,64% e do Amazonas, com 6,38%. Porém, o Estado onde se custa mais caro para construir é o Rio de Janeiro. Lá, o m² custa R$ 789,81. Depois vem Roraina, com R$ 789,67 e São Paulo, com R$ 782,26.
Em 20 anos o custo da construção civil mais que dobrou em MS. Em dezembro de 1998, quando a pesquisa começou a ser feita, o m² de obra civil custava R$ 252,57 no Estado. Já em 12 meses, o reajuste foi de 7,26%.
No geral, a construção civil no Brasil apresentou variação de 0,20% em setembro em relação a agosto, resultado igual ao verificado em agosto. Comparado com o resultado de setembro de 2008, que havia ficado em 1,30%, o índice atual (0,20%) apresentou retração de 1,10 ponto percentual. No ano, o índice nacional acumulou alta de 4,58%, bem abaixo dos 9,11% observados em igual período de 2008. O resultado dos últimos doze meses situou-se em 7,09%, também inferior aos 8,26% registrados nos doze meses imediatamente anteriores.
O custo nacional da construção por metro quadrado que, em agosto, havia ficado em R$ 706,36 passou para R$ 707,78 (setembro). Deste total, R$ 408,23 são relativos aos materiais e R$ 299,55 à mão-de-obra. A parcela dos materiais apresentou variação de 0,26%, um pouco abaixo dos 0,29% registrados em agosto. Por outro lado, a mão-de-obra subiu 0,12% contra 0,07% de agosto. No ano, os materiais acumularam alta de 3,18% e a mão-de-obra, 6,55%. Em doze meses, os resultados foram: 6,47% (materiais) e 7,95% (mão-de-obra).
O Centro-Oeste ficou com a menor taxa mensal (0,15%), muito próxima dos resultados do Sudeste e Sul (0,16%). Por fim, o Norte teve alta de 0,24%. Quanto aos acumulados do ano, o Sul e o Centro-Oeste apresentaram resultados mais elevados, respectivamente 4,88% e 4,83%. Para as demais regiões os acumulados foram: 4,58% (Nordeste); 4,53% (Sudeste) e 4,07% (Norte).
Considerando-se os últimos doze meses, a maior variação foi a da região Norte (8,02%) e a menor a do Centro-Oeste (6,49%). Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 749,27 (Sudeste); R$ 702,35 (Norte); R$ 699,58 (Sul); R$ 678,02 (Centro-Oeste) e R$ 661,93 (Nordeste). (Com assessoria do IBGE).

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