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Corinthians enfrenta o Vasco e tenta voltar a vencer no Brasileiro

13 Out 2010 - 10h51Por Folha Online

Sem vencer há cinco jogos, sem técnico e sem uma cara definida. O Corinthians leva todos os seus problemas para o Rio, onde enfrenta o Vasco às 22h, em busca de uma saída para a crise em que se meteu nos últimos dias.

A partida de hoje foi adiada na 18ª rodada --deveria ter sido disputada em 1º de setembro, exatamente a data do centenário do clube, quando tudo era festa e o único rival entre o Corinthians e o título era o Fluminense.

Hoje o time está em terceiro lugar, com 49 pontos, três a menos que o Fluminense e a cinco de distância do Cruzeiro. Dos últimos 15 pontos que disputou, o Corinthians conquistou apenas dois.

Os maus resultados trouxeram a pressão da torcida. Também insatisfeita, a diretoria entregou a cabeça do técnico Adilson Batista.

Enquanto o presidente Andres Sanchez correu para o Rio de Janeiro atrás de um técnico, o time ficou sob orientação de Fábio Carille, 37, ex-auxiliar de Adilson Batista, mas contratado em janeiro de 2009 a pedido de Mano Menezes, com quem havia estagiado no Grêmio.

"Acho que não dá para dizer se o time vai ser mais parecido com o do Adilson ou com o do Mano", afirmou Carille. "Mas a minha maior preocupação é dar tranquilidade ao sistema defensivo."

A zaga, que sofreu 14 gols nos últimos seis jogos, era o grande alvo dos que criticavam Adilson Batista --atletas e cartolas incluídos.

Carille citou pelo menos cinco vezes o "sistema defensivo" em suas respostas, durante a entrevista coletiva que concedeu ontem à tarde, no Centro de Treinamento.

"O momento agora é de resgatar o sistema defensivo", disse, ao justificar a escalação de William e Chicão, que não jogam juntos há mais de um mês. "É a dupla que está junta desde 2008, em quem a torcida confia. A ideia é dar tranquilidade."

Na derrota para o Atlético-GO por 4 a 3, a zaga foi formada por Thiago Heleno e William, que no segundo tempo foi substituído por Chicão. A troca colaborou para a demissão de Adilson.

Além de mexer na zaga, Carille vai mudar a forma de jogar de laterais e volantes. "A ordem é para que só um volante ataque de cada vez, essa é a orientação", disse.

Com o antecessor, era comum ver os volantes corintianos no campo do adversário, mais preocupados em roubar a bola perto do gol do oponente do que em proteger os laterais. Apesar de tanta preocupação com a zaga, Carille diz que vencer no Rio "não será um milagre".

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