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Brasil

Consumo de energia bate recorde nas indústrias e residências

23 Ago 2010 - 14h21Por Folha Online

O consumo total de energia elétrica no país atingiu 34.382 GWh (gigawatts-hora) em julho, alta de 8,4% na comparação com igual período do ano passado, e de 6% em taxa acumulada de 12 meses, segundo relatório da EPE (Empresa de Pesquisa Energética).

No período de janeiro a julho, houve elevação de 9,7% no consumo de energia, ante igual período de 2009.

Entre os setores, a indústria foi que registrou maior aumento de consumo em julho, com 13,7% frente o mesmo mês do ano anterior. O segmento residencial cresceu 4,2% e o comercial 4,5%, na mesma comparação.

No caso do segmento industrial, a EPE informou que os 15.915 GWh do mês passado representam um recorde histórico para a classe, que havia registrado o seu valor máximo em agosto de 2008 (15.823 GWh).

"A trajetória recente do consumo desta classe, bem como a evolução dos principais indicadores internos de atividade, evidenciam que a retomada da indústria nacional vem se dando não apenas pelo chamado efeito base da crise de 2009, mas também pelo fato de apresentar viés de crescimento e aceleração das atividades econômicas de maneira mais ampla", disse a EPE, em nota.

No residencial, o consumo médio entre janeiro e julho (157,2 KWh/mês) é o maior desde 2001.

A EPE afirma que a classe residencial mostrou não ter sofrido com a crise financeira de 2008/2009. "Ao contrário, demonstrou uma aceleração no ritmo de crescimento, encerrando 2009 com expansão de 6,4%, a maior taxa desde 1998".

Entre os fatores apontados está o aumento da base de consumidores, que atingiu a marca de 57,1 milhões, representando crescimento de 3,5% ante julho de 2009. Além disso, são apontados "a melhoria das condições de trabalho, com a queda consistente da taxa de desemprego, aumento do emprego formal e incremento do rendimento
médio real da população".

Assim como o verificado nos últimos meses, os destaques da classe residencial são as regiões Norte e Nordeste, que cresceram ambas 13,9% frente a igual mês do ano anterior. "Essas regiões têm sido as principais beneficiadas pelo aumento da renda, pelos programas sociais do governo federal e pelo aumento da posse de equipamentos eletrônicos", diz a EPE na nota.

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