Menu
SADER_FULL
sábado, 16 de outubro de 2021
Busca
Brasil

Construção civil fica 0,35% mais cara em agosto

8 Set 2006 - 13h00
Em Mato Grosso do Sul, o custo da construção civil ficou 0,35% mais caro em agosto, em relação a julho. Em agosto o metro quadrado (m²) da obra custou 536,81, contra o preço de R$ 534,94 de julho. O aumento do custo em agosto é maior do que o de junho para julho, que foi de 0,22%. Em junho o m² da obra custou R$ 533, 79. Os dados são do levantamento do INCC (Índice Nacional da Construção Civil), divulgados na quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No Brasil, ao contrário de MS, o índice, calculado por convênio com a Caixa Econômica Federal, variou 0,28% em agosto, recuando 0,13 ponto percentual em relação a julho, quando registrou 0,41%, mantendo o comportamento de desaceleração observado desde junho. Na comparação com agosto de 2005 (0,34%) o índice atual ficou 0,06 ponto percentual abaixo, acumulando 3,82% no ano e 5,01% nos últimos 12 meses. Essas taxas estão abaixo das observadas em iguais períodos de 2005 (5,77% e 9,60%).

O custo nacional por m² passou de R$ 562,30 para R$ 563,88, sendo R$ 325,63 relativos aos materiais de construção e R$ 238,25 à mão-de-obra. A parcela dos materiais variou 0,45%, ficando 0,17 ponto percentual acima do índice de julho (0,28%). Por outro lado, a mão-de-obra recuou 0,53 ponto percentual, passando de 0,58% em julho para 0,05% em agosto. No ano, os materiais acumulam 2,63%, ficando abaixo da taxa do mesmo período de 2005 (5,13%). Para a mão-de-obra, o percentual é 5,50%, também abaixo do de 2005 (6,67%). Nos últimos 12 meses, as variações são de 3,85% (materiais) e 6,64% (mão-de-obra).

O custo em MS ficou abaixo da média nacional. No ranking nacional, o Estado manteve a mesma posição do mês passado, a 12ª. Em junho, o Estado fora o 11º no custo. A situação é intermediária em relação aos demais Estados.
Devido aos reajustes salariais, o Acre com variação de 3,92% e Mato Grosso com 2,30%, foram os destaques em agosto. Em alguns estados, o custo da construção se manteve muito próximo da estabilidade, o que pode ser observado nos índices de Minas Gerais (0,05%) e Roraima (0,10%). Sergipe continua registrando o maior acumulado no ano (7,75%). Em 12 meses, o acumulado mais elevado é o do Piauí (9,23%).

REGIÕES
A região Centro-Oeste registrou a maior variação. Pressionada pelos reajustes salariais no Mato Grosso, a região apresentou o maior índice (0,90%). A região Norte ocupou a segunda posição, com variação de 0,51%, devido ao acordo coletivo no Acre.

Os demais resultados regionais, todos menores que o índice nacional (0,28%), foram os seguintes: 0,26% no Nordeste; 0,26% no Sul e 0,13% no Sudeste. As taxas acumuladas mais elevadas no ano (4,62%) e em 12 meses (6,33%) continuam sendo registradas na região Nordeste. Os menores resultados nesses períodos são os observados no Sul (3,35% e 4,12% respectivamente).
Quanto aos custos regionais, os valores foram: R$ 602,07 (Sudeste); R$ 565,82 (Sul); R$ 544,75 (Norte); R$ 537,11 (Centro-Oeste) e R$ 520,73 (Nordeste). (Com IBGE).

 

 

Diário MS


Leia Também

BRASIL VERDE
Governadores avançam na criação de consórcio em defesa do desenvolvimento sustentável
LIÇÕES DA BÍBLIA
Estudo adicional
LIÇÕES DA BÍBLIA
Outras imagens
LIÇÕES DA BÍBLIA
Seu povo especial
REVOLTANTE
Vanessa, de 18 anos, é atropelada e morre após reagir a assédio
LIÇÕES DA BÍBLIA
O livro da aliança
PAVOROSO
Acumulador de lixo transforma rua de cidade modelo em paraíso das ratazanas
JOGOS MORTAIS
Escola envia carta aos pais alertando sobre a série 'round 6'
NAUFRÁGIO
Barco naufraga e duas pessoas desaparecem; buscas continuam nesta segunda (11)
FOTO: REDES SOCIAIS DESCARGA FATAL
Jovem morre ao desligar geladeira da tomada após queda de raio