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Conab prevê safra de soja brasileira em 54,7 mi de toneladas

6 Dez 2006 - 14h56

A safra brasileira de soja 2006/07 foi projetada nesta quarta-feira em 54,7 milhões de toneladas, dentro do intervalo de 53,9 a 55,2 milhões de toneladas da previsão anterior, divulgada em novembro, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Na temporada passada, o Brasil produziu 53,4 milhões de toneladas.

Em seu terceiro levantamento da nova safra, a Conab estimou a safra total de milho em 43,6 milhões de toneladas, ante 42,9 a 43,5 milhões de toneladas em novembro. Em 2005/06, a safra foi de 41,7 milhões de toneladas.

Já a produção de trigo deste ano foi projetada em 2,23 milhões de toneladas, praticamente igual à previsão do mês passado, de 2,24 milhões, e bem inferior à safra de 4,87 milhões de toneladas colhida em 2005.

A safra de trigo, que já foi plantada numa área menor, foi afetada por seca no início do desenvolvimento e geadas tardias no Paraná, o principal Estado produtor. O frio intenso também afetou a produtividade no Rio Grande do Sul.

No caso do algodão, a Conab projetou a produção em 1,34 milhão de toneladas de pluma, acima da ponta de cima do intervalo estimado anteriormente, que ia de 1,25 milhão a 1,32 milhão de toneladas. Na temporada passada, a colheita foi de 1,03 milhão de toneladas.

Com esses números, a Conab estimou a safra total de grãos em 2006/07 em 120,2 milhões de toneladas, contra 118,9 a 121,3 milhões em novembro. Problemas com a seca em 2005/06 reduziram a produção brasileira de grãos para 119,9 milhões de toneladas.

"O número da safra total é conservador. Certamente, o número final será maior. O tempo tem ajudado bastante", disse Jacinto Ferreira, presidente da Conab, numa entrevista coletiva.

Apesar do aumento esperado, a área plantada com grãos na nova safra é bem menor que a da temporada anterior, em 45,2 milhões de hectares, contra 47,3 milhões em 2005/06.

"Apesar da redução na área plantada para algumas culturas, o bom desempenho (da produção) se deve a mudanças positivas no clima", disse ele, acrescentando que, no caso da soja, os produtores optaram por plantar apenas nas áreas mais produtivas.

O plantio de produtos como soja, milho e algodão está quase concluído. Com isso, a Conab disse acreditar que as variações nas projeções serão mínimas daqui para frente. Qualquer alteração maior seria em decorrência de problemas climáticos ou ocorrência de doenças.

 

TV Morena

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