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Brasil

Collor deve definir candidatura em cima da hora

2 Ago 2006 - 13h00

O presidente do PRTB em Alagoas, Eraldo Firmino de Oliveira, afirmou em entrevista ao portal Terra que o partido espera definir uma possível candidatura do ex-presidente Fernando Collor de Mello ao Senado em no máximo 20 dias. Oliveira confirmou ainda que, mesmo que não seja o candidato ao Senado, Collor deverá aparecer durante o horário eleitoral gratuito, apoiando os candidatos a deputado federal e estadual do partido, assim como o candidato ao governo do Estado, André Paiva Lopes. "Será uma exigência do PRTB que ele mostre seu apoio ao partido e aos nossos candidatos", ressaltou.

Segundo ele, a lei diz que o prazo para uma definição segue até 48 horas antes do pleito, mas caso ela não ocorra antes, não haverá tempo para que o nome de Collor apareça na urna eletrônica. "A lei diz que podemos definir o candidato ao Senado em até 48 horas antes da votação. Mas caso tenhamos que esperar até o último minuto, não haveria tempo hábil para que o nome do ex-presidente já constasse no sistema de urna eletrônica. Por isso, o ideal seria que pudéssemos solucionar isso até 30 dias antes. Mas acredito que já poderemos definir o nome em cerca de 15 a 20 dias", disse nesta terça-feira.

Mesmo admitindo manter contato diário com o ex-presidente, Eraldo Firmino de Oliveira se negou a fazer qualquer tipo de prognóstico a respeito da decisão de Fernando Collor de Mello. "Ele é um amigo nosso e um dos homens que compõe a liderança do nosso partido. E estamos lançando as candidaturas majoritárias por causa da cláusula de barreira", admitiu.

Além disso, Oliveira admitiu que o PRTB estuda outros nomes para o caso de Collor não concorrer. "Mas estamos encontrando dificuldades em encontrar candidatos que já estejam na maioridade para se candidatar ao Senado (a partir dos 35 anos)", contou.

Ele também reconheceu que qualquer outro nome que venha a assumir a candidatura não conseguiria atingir a votação esperada para Fernando Collor. Por outro lado, Oliveira se negou a dizer que o ex-presidente já estaria praticamente eleito caso venha a concorrer. "Em qualquer eleição que ele concorra, seria muito bem votado. Por isso estamos insistindo tanto. Mas ainda é cedo para contar com a vitória antes da hora", ponderou.

Eraldo Firmino de Oliveira reiterou ainda o motivo para que Collor não queira, pelo menos a princípio, concorrer ao Senado. "Ele vem dizendo que os objetivos políticos que ele poderia querer alcançar já foram alcançados. Afinal, já chegou à Presidência uma vez. Agora, ele está se dizendo mais voltado aos seus projetos familiares", comentou o presidente do PRTB em Alagoas.

O motorista Givaldi Francisco da Silva era o então candidato do partido ao Senado, mas renunciou na última sexta-feira. Ele era funcionário do jornal A Gazeta de Alagoas, publicação de propriedade da família do ex-presidente. O motivo da renúncia estaria na sua idade, 31 anos. A idade mínima exigida para uma candidatura ao Senado é de 35 anos.

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