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Brasil

Cheia ameaça 2,4 milhões de cabeças de gado no Pantanal

20 Abr 2011 - 07h15Por Conjuntura Online

Medições feitas pela Marinha em Ladário mostram que o nível do Rio Paraguai já passou dos 4,5 metros na região. As medições servem para acompanhar a cheia do Pantanal, que nesta temporada já atinge números recordes.

Nas fazendas da região, produtores e peões trabalham com pressa para retirar os animais que ainda estão em pastos ilhados, revela reportagem do Globo Rural mostrada nesta segunda-feira (18). A previsão da Embrapa é que 2,4 milhões de cabeças tenham de ser retiradas das propriedades, revelou o programa, que vai ao ar nas primeiras horas da manhã.

O programa mostrou a situação do pecuarista Marcos André, que tem uma fazenda no Pantanal. Ele já retirou mil animais e agora está com a comitiva para levar mais 500 cabeças para uma área arrendada. Do início do ano até agora, revelou que já perdeu vários animais que não resistiram e morreram durante a travessia. Para evitar mais perdas, ele improvisou um curral para embarcar os animais, cita o programa.

Com a subida do rio, que tem registrado altas diárias de mais ou menos 3 cm, aumenta a preocupação e o trabalho de quem tem propriedades no meio do pantanal. Áreas que há muito tempo não eram alagadas, começaram a sofrer com as inundações. O jeito é correr contra o tempo para salvar o gado.

Muitos acessos, como a estrada parque, um dos principais corredores usados pelos pecuaristas, ainda estão interditados, informou o jornalístico da Rede Globo. Os 130 quilômetros da via foram cobertos pela água. Portos situados no meio do Pantanal pararam de operar. Para chegar às áreas alagadas, só mesmo com embarcações.

Comunidades ribeirinhas estão ilhadas. No distrito de Porto Esperança, às margens do Rio Paraguai, muitas casas foram invadidas pela água, ressaltou o programa.

As águas dos rios do Pantanal Norte, em Mato Grosso, começaram a desaguar, lembrou o programa. Entrevistado pelo programa, o pesquisador Carlos Padovani explicou que a descida das águas já está influenciando no volume dos rios pantaneiros. “O Rio Paraguai já está no nível de cheia e ainda deve chegar à fase de pico”, avaliou.

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