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Brasil perdeu ao menos US$ 350 mi com crise da Varig

28 Set 2006 - 15h51

O Brasil perdeu de US$ 350 milhões a US$ 400 milhões em arrecadação com o turismo por causa da crise da Varig. A informação foi dada pelo ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia, durante a apresentação do 11º Boletim de Desempenho Econômico do Turismo, relativo ao segundo trimestre de 2006.

Segundo o ministro, a maior perda aconteceu no fluxo de turistas internacionais. De janeiro a agosto deste ano a Varig deixou de oferecer 587 mil assentos. Cerca de 203 mil deles foram compensados por outras companhias aéreas nacionais, mas ainda assim quase 400 mil pessoas, principalmente da Europa, deixaram de vir ao Brasil. "Na hora que tira isso do mercado é um desastre", afirmou Mares Guia.

De acordo com ele, a demora na resolução do problema da Varig e as suas conseqüências reduziram a expectativa de arrecadação de divisas geradas pelo turismo em 2006 passar dos US$ 5 bilhões. A previsão agora é de cerca de US$ 4,5 bilhões. "Isso é uma constatação. Houve uma perda direta tanto no número de turistas como no de dólares".

Os resultados do Desempenho Econômico do Turismo para o segundo trimestre deste ano indicaram expansão geral em relação ao trimestre anterior, e expectativas otimistas dos empresários para o segundo semestre de 2006.

Segundo o levantamento, em comparação ao primeiro trimestre deste ano 82% dos empresários que participaram da pesquisa tiveram expansão em seus negócios, 70% registraram aumento no faturamento e 58% contrataram novos funcionários.

Grande parte dos empresários (75%) projeta um desempenho no segundo semestre melhor do que alcançado no mesmo período do ano passado. A expectativa média é que o faturamento possa ter um aumento de cerca de 8,3% em relação ao segundo semestre de 2005.

Quanto ao quadro de pessoal, 56% prevêem aumento das contratações.

Os mais otimistas, tanto a respeito do crescimento do faturamento, como sobre a possibilidade de aumentar as contratações, são as empresas de transporte aéreo e as de parques temáticos e atrações turísticas.

O relatório apresentado pelo Ministério do Turismo ressalta, no entanto, que a Varig "não respondeu as perguntas do Boletim e, portanto, a percepção verificada nesse segmento limita-se às demais empresas aéreas".

O Boletim de Desempenho Econômico do Turismo é elaborado a cada três meses pela Fundação Getúlio Vargas (FVG) com base na opinião de empresários das oito principais segmentos do setor: agências de viagens, transporte aéreo, meios de hospedagem, operadoras de receptivo, parques temáticos e atrações turísticas, operadoras de turismo, organizadores de eventos e restaurantes.

Foram pesquisadas 762 empresas das 27 unidades da federação. Juntas as empresas venderam R$ 3,8 bilhões no segundo trimestre deste ano e esperam faturar em 2006 cerca de R$ 15,2 bilhões. O peso da opinião de cada empresário na pesquisa corresponde ao volume de faturamento da empresa.

 

 

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