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Brasil empata e mantém tabu de 11 anos contra a Alemanha

8 Set 2004 - 16h44
No primeiro encontro após a final da Copa-2002 --na ocasião, a seleção brasileira venceu por 2 a 0--, Alemanha e Brasil empataram por 1 a 1 nesta quarta-feira, em um amistoso disputado na cidade de Berlim.

O jogo serviu como preparação para os alemães, que vão abrigar o Mundial-2006. Já a seleção brasileira disputa as eliminatórias sul-americanas. No último domingo, venceu a Bolívia por 3 a 1 e manteve a liderança, com 16 pontos.

Na partida desta quarta, o Brasil manteve um tabu de 11 anos sem derrotas para os alemães. O último revés foi em um amistoso (2 a 1) em novembro de 1993, na cidade de Colônia.

Na época, o técnico do Brasil era justamente Carlos Alberto Parreira. No ataque da seleção alemã de 1993 estava Jürgen Klinsmann, que assumiu recentemente o comando da equipe de seu país.

Além de não perder há 11 anos para os alemães, o Brasil também leva ampla vantagem no retrospecto histórico contra o rival. Nos 19 jogos anteriores (contando a ex-Alemanha Ocidental), foram 11 vitórias, cinco empates e três derrotas.

O jogo

Mesmo jogando fora de casa, o Brasil mostrou qualidade no começo do jogo. Como a Alemanha dava espaços na defesa e não fazia uma boa marcação, os brasileiros aproveitaram para pressionar o adversário.

Não demorou muito para o Brasil chegar ao gol. Aos 9min, Edu fez boa jogada individual e foi derrubado na entrada da área alemã. Ronaldinho cobrou com categoria, tirando do alcance do goleiro Oliver Kahn, que se limitou a olhar a trajetória da bola.

O gol fez com que o Brasil relaxasse e desse chances para os alemães. Aproveitando uma bobeada da defesa adversária, o atacante Kevin Kuranyi recebeu a bola dentro da área, livre, e tocou na saída de Júlio Sérgio. Kuranyi, 22, nasceu no Rio --é filho de pai alemão e mãe panamenha.

Os alemães tiveram uma grande chance para virar o resultado novamente com Kuranyi, aos 24min. Ele recebeu a bola dentro da área e bateu cruzado. Júlio César se esticou e evitou o gol.

O Brasil também criou uma boa chance na etapa inicial. Aos 36min, Adriano subiu completamente livre dentro da área alemã, mas cabeceou mal e a bola passou sem perigo para Kahn.

Na etapa final, o técnico Carlos Alberto Parreira aproveitou para fazer algumas alterações. Entre elas, ele tirou o atacante Adriano e colocou em seu lugar Júlio Baptista, que normalmente atua no meio-de-campo, um pouco mais avançado.

Aos 11min, Ronaldo escapou livre pela esquerda, se livrou da marcação adversária e chutou forte, por cima do gol.

Aos 41min, na última grande chance da partida, Ronaldo fez boa jogada individual e lançou Júlio Baptista livre na direita. Ele chutou cruzado, mas Kahn evitou o gol com o pé.

ALEMANHA
Kahn; Hinkel (Görlitz), Fahrenhorst, Huth e Lahm; Frings, Deisler (Podolski), Ballack e Schneider; Asamoah (Klose) e Kuranyi.
Técnico: Jürgen Klinsmann

BRASIL
Júlio César; Belletti (Maicon), Juan, Roque Júnior e Roberto Carlos; Edmílson, Juninho Pernambucano (Renato), Edu e Ronaldinho (Alex); Ronaldo e Adriano (Júlio Baptista).
Técnico: Carlos Alberto Parreira

Local: estádio Olímpico, em Berlim (ALE)
Juiz: Urs Meyer (SUI)
Cartões amarelos: Edmílson, Ballack e Hinkel
Gols: Ronaldinho, aos 9min, e Kuranyi, aos 17min do primeiro tempo.
 
Folha Online

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