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Brasil deve criar mais de 2 milhões de empregos este ano

5 Fev 2010 - 16h37Por Agência Brasil

 
O Brasil deve criar mais de 2 milhões de empregos este ano, a estimativa é do chefe da Divisão de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Guilherme Mercês.

Segundo ele, a tendência é que haja um dinamismo ainda maior do emprego este ano do que ocorreu em 2009. “Com certeza.

A demanda interna aquecida delineia perspectivas muito favoráveis para 2010, muito acima das de 2009”. Ele lembrou que as estimativas são de criação de mais de dois milhões de empregos formais em todo o país, este ano.

A Firjan informou ontem (4) por meio de uma nota técnica, que apesar da crise internacional, foram criados no ano passado, no Rio de Janeiro, mais de 88 mil empregos.

Guilherme Mercês disse à Agência Brasil que no primeiro semestre o estado do Rio sofreu o impacto da crise de forma mais intensa.

Mas, no segundo semestre, “diante do aquecimento da demanda interna e de expectativas otimistas, o estado retomou os patamares de geração do pré-crise e criou 73.708 empregos formais”.

Isso significa, segundo ele, 4,8 vezes a mais do que o semestre anterior. “Dessa forma, a economia fluminense conseguiu registrar a criação de 88.875 empregos formais no ano passado”, disse.

A maior parte desses novos postos de trabalho (51.540 empregos) foi gerada na capital fluminense. “Mas o cenário de recuperação no segundo semestre se espalhou por todas as regiões do estado”, observou Mercês.

De acordo com a nota técnica da Firjan, elaborada com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, a região leste foi a segunda maior contratante no ano passado, com 13.162 novas vagas, seguida da Baixada Fluminense, com 11.208 empregos.

O setor de serviços concentrou a maioria dos empregos criados no estado (54.591). A indústria gerou 7.033 empregos. Mercês destacou que esse é um fato muito importante, principalmente diante de um primeiro semestre de retração do emprego.

Explicou que pela sua própria essência, o setor de serviços é mais intensivo em mão de obra do que a indústria, “que carrega mais tecnologia e valor agregado nos seus bens”.

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