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Brasil acha que sofre perseguição no Sul-Americano sub-20

8 Fev 2011 - 08h37Por Douranews

O Brasil tem o time mais badalado do Sul-Americano sub-20, Neymar é a única grande estrela do torneio e o país é, de longe, quem mais atrai patrocinadores. Apesar de tudo isso, a seleção brasileira tem muito a reclamar da Conmebol, organizadora do torneio que dá duas vagas na Olimpíada-12.

 

Desde que chegou ao Peru, há quase um mês, o Brasil já teve que dividir concentração com rival, fazer viagens indesejadas e ver um de seus atletas ser vítima de racismo. A seleção ainda teve que jogar a primeira fase e a fase final em climas diferentes.

 

Na noite de domingo, a CBF ganhou outro motivo para reclamar: a arbitragem. O técnico Ney Franco e Neymar reclamaram muito do juiz colombiano Wilmar Roldan, que apitou a derrota por 2 a 1 para a Argentina.

 

"Toda falta nossa era cartão amarelo, enquanto os argentinos bateram pra caramba. O rigor foi só para o nosso lado", disse Franco.

 

"Já são dois jogos seguidos em que a arbitragem ajuda a Argentina", afirmou o técnico, em referência à partida anterior em que os argentinos venceram o Chile depois de um pênalti polêmico.

 

Neymar reclamou de ter levado cartão amarelo --o segundo, que o impede de enfrentar o Equador amanhã, em jogo crucial para o time. "É tudo contra o Neymar", disse, usando a terceira pessoa. "O cara me empurrou, tomei o amarelo. O juiz ajudou os caras", acusou.

 

Mas esse é só o mais novo de uma longa lista de problemas enfrentados no Peru. Na cidade de Tacna, onde o Brasil ficou durante a primeira fase, teve que dividir o hotel e o campo de treino com a seleção paraguaia.

 

Precisou também fazer uma desgastante viagem até Moquegua, para enfrentar a Bolívia. Lá, o atacante Diego Maurício sofreu insultos racistas por torcedores locais. A CBF reclamou, e a Conmebol agiu discretamente: com faixas e avisos em alto-falantes, pedia que a torcida não insultasse os atletas.

 

O Brasil tem que lidar ainda com o fato de seus grandes rivais (Uruguai e Argentina) estarem em Arequipa desde o início do torneio, portanto mais adaptados ao frio e à altitude de 2.335 m.

 

A única vantagem do Brasil no Peru é sempre jogar por último em cada rodada do hexagonal final, já sabendo dos resultados dos rivais.

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