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BID aponta Brasil e México como modelos de crescimento regional

28 Mar 2011 - 10h35Por G1

O Brasil, exportador de matérias-primas e orientado para os países de economia emergente, e o México, dependente dos países industrializados, são os dois modelos atuais de crescimento regional, segundo o relatório divulgado neste domingo (27) por ocasião da Assembleia Anual do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

A sólida recuperação da América Latina esconde, na realidade, duas velocidades diferentes e duas formas de se adaptar às mudanças na economia mundial, afirmam os autores do trabalho.

"O grupo liderado pelo Brasil está muito bem situado num mundo em que as economias emergentes são o motor de crescimento", explica o informe.

"Os preços das matérias-primas são altos e os fluxos de capital estão entrando nesse grupo para aproveitar as melhores oportunidades e perspectivas mais brilhantes", acrescenta o texto.

"A outra face da moeda é representado pelo grupo liderado pelo México, cujos membros compartilham laços comerciais muito mais fortes, tanto em bens como em serviços, com países industriais", argumenta o texto.

As perspectivas de crescimento para ambos os grupos são, por isso, notavelmente diferentes, constata o documento: 4,4% no caso do Brasil e seus seguidores, 2,7% para o México e seu grupo de países.

Os especialistas do BID colocam no grupo do Brasil a Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela, assim como Trinidad e Tobago.

No grupo mexicano se encontram todos os países centro-americanos e caribenhos, com exceção do Haiti.

Brics
Antes da crise de 2008, os países emergentes representavam 50% da demanda mundial, e atualmente representam 75%.

Índia, Rússia e China representavam 9% das exportações brasileiras em 2006, enquanto que em 2009 já era de 17%.

Para o México, as exportações para esses países só representavam 3%.

Estas perspectivas favoráveis para o Brasil não estão isentas de problemas: a entrada de capitais maciça que está sofrendo América Latina tem um duro impacto sobre o real brasileiro.

O BID calcula que, em 2010, um total de US$ 266 bilhões chegou à América Latina, dos quais 55% foram fluxos financeiros, não de investimento direto.

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