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Brasil

BC intervém de novo e dólar sobe mais de 1%

7 Dez 2004 - 16h06

O dólar comercial encerrou a sessão desta terça-feira em alta de 1,10%, cotado a R$ 2,746 para compra e R$ 2,748 para venda.

A alta se deu depois que o Banco Central anunciou nesta manhã a realização de mais um leilão de compra de dólares no mercado, pelo segundo dia consecutivo.

Em comunicado ao mercado, o BC informou que o lote mínimo foi de US$ 1 milhão de dólares. Após o anúncio, a moeda, que operava em queda (chegou a cair 0,25%, vendido a R$ 2,712), reagiu.

A compra

Segundo operadores, a cotação do lote comprado pelo BC foi de R$ 2,722. No leilão de segunda-feira, o banco, segundo operadores, pagou menos: foram R$ 2,715 por dólar.

O dólar comercial abriu nesta terça-feira cotado a R$ 2,712 para a compra e R$ 2,714 para a venda, uma queda de 0,18% em relação ao fechamento de ontem.

Na segunda-feira, o Banco Central também comprou um lote mínimo de US$ 1 milhão no mercado, o que impediu que a divisa norte-americana fosse vendida a menos de R$ 2,70. Ela fechou cotada a R$ 2,718 para a venda, uma alta de 0,37%.

O presidente do BC, Henrique Meirelles, disse ontem que não houve intervenção da instituição no mercado, e sim uma operação de comprar para aumentar as reservas em moeda dos EUA. "O governo brasileiro, juntamente com o BC, tem o objetivo de recomposição gradual de reservas". O executivo negou que haja uma meta de cotação para a moeda norte-americana: "A única meta é a de inflação".

O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, disse na noite de ontem que "não há teto" para o dólar. Por sua vez, o ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, afirmou que o ideal é o dólar sendo negociado na casa dos R$ 3.

 

 

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