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Bancos e bancários vão assinar acordo para reduzir casos de assédio moral

25 Jan 2011 - 14h48Por Agência Brasil

De cada dez funcionários de bancos no Brasil, oito afiram que o assédio moral é o maior problema que enfrentam no trabalho.

Os dados fazem parte de uma pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) em junho de 2010, com 1.203 empregados de bancos de todo País.

Para a grande maioria, o combate aos abusos dos chefes é a ação mais importante a ser promovida por empresas e sindicatos.

Os resultados desse levantamento foram levados a mesas de negociação entre bancários e bancos.

As discussões sobre o assunto culminaram em um acordo que visa a reduzir casos de assédios moral em instituições financeiras.

O acordo será assinado nesta quarta-feira (26) entre a Contraf e Federação Nacional de Bancos (Fenaban).

O compromisso prevê a criação de um canal de comunicação entre sindicatos de bancários e bancos para que qualquer tipo conflitos entre funcionários e chefes, inclusive os assédios, possam ter a solução acompanhada pelas entidades de classe.

Para o secretário-geral da Contraf, Marcel Barros, a assinatura do termo é o reconhecimento dos bancos de que os abusos são um problema recorrente do setor.

Segundo Barros, os bancários reclamam com frequência da cobrança excessiva quanto ao cumprimento de metas estabelecidas pelas empresas do setor financeiro.

Reclamam também de serem expostos a situações vexatórias quando não alcançam os objetivos fixados.

O diretor de Relações do Trabalho da Fenaban, Magnus Ribas Apostólico, admite a existência de casos de assédio no setor bancário, mas afirma que não têm relação direta com a atividade financeira.

“Os gerentes são alguns dos milhares de empregados dos bancos e, às vezes, cometem erros. Os abusos ocorrem em bancos como em outras empresas.”

Apostólico ressalta que a assinatura do acordo demonstra que os bancos estão comprometidos com a redução do número de casos de assédio e têm “total tranquilidade” para tratar do problema.

“Este acordo é muito importante, inclusive, para mostrar que os bancos têm grande preocupação com a transparência de como esses casos são tratados pelas empresas

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