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Brasil

Bancários fazem greve nacional de 24 horas nesta terça

25 Set 2006 - 17h30
Os bancários planejam fazer uma greve nacional de 24 horas nesta terça-feira para reivindicar reajuste salarial. As agências voltam a abrir na quarta, mas os bancários prometem parar por tempo indeterminado se não houver acordo. A orientação de greve é da Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), que atua em 23 Estados e no Distrito Federal.

A Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) orientou que, se a greve paralisar todo o sistema nesta terça-feira, os clientes utilizem meios alternativos como a internet, telefone e correspondentes bancários para o pagamento de contas e outros serviços.

Em assembléias realizadas hoje, quatro Estados já decidiram pela greve (Piauí, Maranhão, Rondônia e Bahia). Os outros 19 e o Distrito Federal farão assembléias a partir das 18h ou 19h para decidir sobre a paralisação. A expectativa da Contraf é de adesão de todos. Em São Paulo, a assembléia começa às 19h.

Com a greve, os bancários querem pressionar os bancos a conceder reajuste salarial. Segundo o sindicatos, após mais de 40 dias de negociação, não há proposta que preveja reajuste aos 400 mil bancários do país.

Na semana passada, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região fechou 28 agências no Centro de São Paulo durante 24 horas como forma de alerta.

Assim como outros sindicatos, em São Paulo já ocorreram nos últimos dias paralisações pontuais em determinados bairros da cidade, onde as agências permaneceram fechadas até as 12h.

Os bancários reivindicam aumento real de 7,05%, além da reposição da inflação e participação maior nos lucros e resultados --de 5% do lucro líquido linear, mais um salário bruto acrescido de R$ 1.500. No ano passado, quando houve greve de seis dias, os bancários receberam reajuste de 6% (1% de aumento real), mais R$ 1.700 de abono e PLR (participação nos lucros e resultados) mínima de 80% do salário mais R$ 800.

A Fenaban informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que os bancos estão "demonstrando disposição de negociar e construir um acordo factível na mesa de negociações".

Negociação

As reuniões sobre o reajuste começaram em 10 de agosto e envolveram cinco rodadas de conversação. Um novo encontro entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban está marcado para quarta-feira.

"Nas rodadas de negociação anteriores, apesar de terem se comprometido, os banqueiros não apresentaram nenhuma proposta econômica às nossas reivindicações", disse o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino.

 

 

Folha Online


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