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Brasil

Assentados de Juti investem no plantio de urucum

20 Mar 2010 - 06h59Por Fátima News com Assessoria

Assentados do município de Juti estão investindo no plantio de urucum como alternativa de geração de renda. Um grupo de produtores dos assentamentos Padre Adriano Van de Vem, Sebastião Rosa da Paz e Guanabara iniciaram no mês de fevereiro o plantio de mudas de urucum, por meio de um projeto coordenado pela Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer) e pelas prefeituras dos municípios de Juti e Amambai.

O projeto é fruto de discussões iniciadas em 2009 sobre a importância da diversificação da produção em assentamentos. Após os assentados demonstrarem interesse pelo plantio do urucum, a Agraer organizou visitas a municípios de Mato Grosso do Sul e do Estado de São Paulo, onde a atividade encontra-se em expansão e apresenta resultados positivos.

As sementes foram doadas aos assentados pela empresa Urucum do Brasil e as mudas foram produzidas no viveiro da aldeia indígena Tey Kuê, em Caarapó, com o compromisso de distribuí-las posteriormente aos produtores da aldeia que demonstrassem interesse em ingressar na atividade.

O plantio das sementes teve início no mês de setembro de 2009 e a entrega das mudas aos produtores que estavam com as terras preparadas foi iniciada no mês de fevereiro.

De acordo com o zootecnista e coordenador da Agraer de Juti, Roberto Sanches Nakayama, o objetivo é atingir o plantio de 30 mil mudas com a participação de 30 assentados no decorrer do ano. "A previsão é de que em meados de 2011 ocorra a primeira colheita”, diz Nakayama.

O coordenador enfatiza ainda a importância das parcerias para a realização do projeto, que contou com o apoio das prefeituras de Juti e Amambai, Sebrae/MS, UCDB, empresa Urucum do Brasil e Aldeia Indígena Tey-Kuê. “Todos os parceiros enxergaram no projeto uma alternativa de produção, geração de emprego e renda nos assentamentos, facilitando, dessa forma, sua implantação”, avalia Roberto.

Para o prefeito do município de Juti, Ricardo Justino Lopes, o projeto é importante pois garante renda e viabiliza, dessa forma, a permanência das famílias nos lotes. “Temos de incentivar cada vez mais projetos como este, que visam a diversificação e aumento de renda dos produtores. Acredito que desta forma conseguiremos manter os produtores e a juventude nos assentamentos de forma eficiente”, analisa o prefeito.

O diretor-presidente da Agraer, José Antônio Roldão, avalia a iniciativa destacando a importância da assistência técnica e extensão rural na busca por novas alternativas de renda para as famílias rurais. “Estamos trabalhando cada vez mais para fornecer aos agricultores do Estado um trabalho de assistência técnica de qualidade, que permita o desenvolvimento da produção, gerando trabalho, renda e qualidade de vida às famílias rurais”, finaliza.

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