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Artigo “O Mesmerismo do Mesmismo” de André do Paladino

20 Ago 2004 - 09h17

Pontos a Ponderar:

 

“O Mesmerismo do Mesmismo”

* André do Paladino

 

 

A rotina é claudicante. Os mesmos participantes; Os mesmos grupos “xupins” e os mesmos “sanguesugas”; Os mesmos pucha sacos; Os mesmos “aspones”, entre outras mesmices que o pejo e a peta permitem. E nesta rotina, de dois em dois, anos acontece a maratona “eletificante” do arrivismo que movimenta a “vontade e os anseios” nacionalistas. Porém, o “sangue” que corre é o de afoitos lobistas e clientelistas, que no fringir dos ovos estão a serviço de seu próprio bem estar. Pouco importando com as quetões nacionais ou patrióticas. E na rotina focada temos as eleições. E nesta “disputa” (mas não diz), poucos usam a “borduna” conta o “tacape” dos mínimos, tentando conseguir o apoio e a “ingênua” concordância” dos “espoliados, excluídos e famintos”, que são a maioria, armando o circo de orgias em benesses que são prometidas e se “esfumam” no engodo que premia somente ao “ungido”, e isso é infame.

Ninguém merece, mas todos concordam. É a regra. Todos tem motivos claros e posições “enaltecedoras”. O Sistema modifica as regras. E quem modifica o Sistema? É tabu. Tênue e timidamente é “a força do povo” que exerce a Democracia. E o quê é Democracia? É a convicção firme: Liberdade, Igualdade e Justiça. Então?! Algo esta errado. Porquê? Ora, continua tudo no “ora veja”. Batalhas travadas, lutas vencidas. “Continua tudo como dantes no castelo de Abrantes”, arquivado na maarezia do utópico. Na mesmice antropofágica. No mesmismo coprofálico. No mesmerismo simbiótico conflitante. E os mesmos sendo os mesmos. Concentrados no ritual de “que costado de submisso” é o vau de propulsão no “vão” de ascesso ao poder. E fazem mudanças... Mudam-se “os cachorros” permanecem as “Coleiras”. Mudam-se as “coleiras” permanecem os “cachorros”. E nesse escarcéu inicia a “babel”. E o “ladrar” deles, reúne a “a alcatéia” dos apaniguados para dividir “o farnel”. Eis então, a confirmação da figura literária esposada, tipificando o “mesmerismo” de que nada muda no sofísma do insofismável. E, afinal, muda-se tudo: O canto da sereia para o crocitar do gavião; A lira da poesia para o troar do canhão; O amor que no peito ardia para o suor da escravidão; O trabalho que o progresso exigia para a sovinice da servidão; A grandeza da alma purificada pela força da ambição. E no final, a cobiça megalomaníaca exacerbada de uns em detrimento de outros.

É preciso acordar. Semear o amor. Contemplar a Luz. Buscar na redoma as reservas morais, puras sem contaminação. Abandonar as querelas feudais na rota claudicante. Com a mente eclética buscar o combustível filosófico que as ponderações sobre o tema usado propõem, no aforismo dos conceitos que David e Salomão expressaram. São os Pontos a Ponderar. Enquanto seguimos “de pé, firme, em frente e para o alto”, livres, iguais e justos, com fé e esperança.

 

* Pércio André Roos – Jornalísta

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