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Brasil

Anestesia de brasileiros dispensa agulha

26 Abr 2007 - 15h17

Você tem medo de agulhas? Prefere a dor de dente a ter que pensar em tomar uma anestesia na boca? E na hora de uma pequena cirurgia ou de tomar pontos? O nervoso da picada é pior que o do procedimento? Pois pesquisadores gaúchos prometem que, em breve, isso pode ser coisa do passado. Aliando a nanotecnologia à medicina, eles afirmam ter criado um creme anestésico seguro que dispensa o uso de agulhas. A comprovação virá nos testes em seres humanos, previstos para começarem daqui dois meses.

A novidade é fruto de outra novidade. As pesquisas foram feitas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mas o remédio é da companhia Incrementha, uma parceria entre dois laboratórios farmacêuticos, a Biolab e a Eurofarma, que foi lançada nesta quarta-feira (25) junto com o medicamento.

De acordo com o diretor da Incrementha, Dante Alário, da UFRGS, o anestésico criado pelo grupo é especial por controlar o tamanho das partículas do remédio, o que permite que ele funcione sobre a pele, mas não penetre na corrente sangüínea. Segundo o médico, é a primeira vez no mundo que a nanotecnologia é usada no desenvolvimento de um remédio com sucesso.

“Nos desenvolvemos o medicamento com partículas do tamanho exato para que elas atuem topicamente, mas sejam barradas e não entrem nos vasos sangüíneos”, afirmou Alário ao G1. Isso é especialmente importante porque um anestésico que caia na corrente sangüínea pode ter graves conseqüências. “Há casos de anestesias usadas em grande quantidade, que caíram no sangue e levaram o paciente à morte”, diz ele.

 

Segundo Alário, o medicamento acaba de ser aprovados nos testes em animais. Por volta do final de junho, os médicos esperam iniciar os testes em seres humanos, divididos em três etapas.

 

Segundo ele, se tudo correr como previsto, o medicamento deve chegar ao mercado no final de 2008. O preço de fábrica, segundo estimativas do próprio diretor, deve ficar em torno de R$ 20 a bisnaga de 20g.

 

 

G1

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